quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017


O Novo Testamento segundo a Ufologia

Novas interpretações da Bíblia indicam que Jesus foi um alienígena enviado à Terra


O primeiro período da década de 70, época obscura da política brasileira, quando a ditadura militar implementava suas maiores atrocidades contra aqueles que teimavam em seguir caminhos contrários aos rumos determinados pelo então presidente Médici e seus políticos colaboradores, coincidiu com a conturbada adolescência da Ufologia Brasileira. As práticas religiosas ditadas pela Igreja Católica Apostólica Romana eram rigidamente cumpridas no maior país católico do mundo, sendo o catolicismo oficialmente reconhecido como a religião do Brasil, a única a ser ministrada no ensino religioso das escolas públicas. Quem colocasse esses pressupostos divinos em questão seria queimado vivo na inquisitória fogueira da ignorância pública e condenado ao ostracismo.

Nesse contexto, surgem no país as primeiras obras de impacto que levantariam graves suspeitas sobre o que estava estampado nas escrituras sagradas do cristianismo. Como uma adolescente indócil e rebelde, em plena produção hormonal, a Ufologia Brasileira, através do ufólogo Fernando Cleto Nunes Pereira, em seu livro A Bíblia e os Discos Voadores, atingira em cheio os principais alicerces da igreja, repetidos e pregados exaustivamente séculos a fio por seus evangelistas. Tal qual um vendedor de balas que oferece uma guloseima nova a uma criança ávida por novidades, Pereira ousara chamar-nos à leitura de novos pontos de vista sobre o que realmente dizia a Bíblia, com uma frase que, neste momento, a roubaremos para finalizar a introdução de nossas espinhosas e ousadas afirmações a respeito das relações entre os Evangelhos e a Ufologia: “Aqueles que seguirem com muito afinco uma religião de cunho cristão, não deverão ler esta obra”.

Hoje, assistimos a calorosas discussões na mídia sobre o que alguns novos teólogos expressam em suas obras literárias, as quais causaram grande furor nos meios religiosos. Essas obras estão, curiosamente, apenas no final do século passado e início desse terceiro milênio, remexendo e questionando o que sempre foi dito em missas e cultos cristãos durante esses dois mil anos. Principalmente no que se refere aos Evangelhos apócrifos, as discussões estão se acirrando. Entretanto, ao que nos parece, esse reaquecimento filosófico curiosamente ainda não chegou, pelo menos publicamente, às raias da Ufologia, que é o que pleiteamos agora. Talvez o rumo das pesquisas seja estrategicamente guiado para passar à margem de conceitos considerados indesejáveis à luz dos auto-intitulados escolhidos de Cristo, mas não é essa questão que queremos levantar no momento.

Algumas dessas novas discussões giram em torno de afirmações levantadas sobre a impossibilidade de Ana, mãe de Maria, ter filhos, sobre a virgindade ou não de Maria, das posses nada modestas de Joaquim, avô de Jesus, das visitas freqüentes dos anjos em determinadas épocas a esses escolhidos, sobre os pequenos milagres de Cristo quando ainda era criança, ou pela rispidez desse no trato com sua família. Tal atitude está descrita nas obras Jesus, um Retrato do Homem, do jornalista A. N. Wilson [Ediouro], Cristo, uma Crise na Vida de Deus, do ex-jesuíta Jack Miles [Companhia das Letras], e em Mãe, A História de Maria, de Júlia Bárány [Editora Mercuryo]. Todas essas obras estão baseadas nos Evangelhos apócrifos. Contudo, nenhuma delas toca na espinhosa questão dos verdadeiros causadores de fatos tão incomuns nas vidas desses ícones do cristianismo. 


Onipotência Divina 


Tudo é simplesmente atribuído a Deus e a seus anjos, arcanjos, querubins e serafins. Provavelmente, pelos termos que geraram a contenda, não era a intenção dos autores das citadas obras adentrar nessa área, mas qualquer discussão nesse sentido, mais cedo ou mais tarde, acabaria resvalando na questão dos UFOs na Bíblia – até porque uma coisa é inerente à outra. Para a Ufologia, a questão está exatamente aí: quem é Deus e quem são esses auxiliares que tanto influenciaram nos protagonistas da Bíblia? Considerando-se que nela mesmo, em Gênesis, os evangelistas se referem a Deus em hebraico, por meio da palavra elohim, que significa deuses, no plural, e não Eloah, no singular, como seria o correto, podemos ter uma idéia da variedade de líderes e suas falanges celestes que nos visitaram no passado. Entre os ufólogos, alguns religiosos, e também em reservados círculos científicos, não é novidade nenhuma que tanto a Bíblia e seus apócrifos, quanto os livros sagrados de outras religiões, como o hinduísmo e o budismo, estão repletos de relatos sobre esses seres e suas máquinas voadoras, e que seus feitos são, em sua maioria, provas incontestáveis de uma origem alienígena. Outra questão a se levantar é o fato de que tanto essas escrituras, quanto às conclusões de estudiosos que ousaram tocar no tema ufológico-religioso, serem constantemente evitados por exegetas clericais. 

Divindades Africanas

O filósofo e teólogo Roberto dos Santos Miranda, padre excardinado da Diocese de Brasília, autor de três livros sobre divindades africanas, acha perfeitamente viável que essas teorias ufológicas tenham seu fundo de verdade. Contudo, pensa que jamais o Vaticano abordará o assunto do ponto de vista desejado pelos ufólogos, simplesmente por dois motivos. Primeiramente, porque as provas disponíveis, concernentes à Bíblia e aos apócrifos, quando não são tidas como manifestações metafóricas exageradas de seus autores, sendo esse um dos motivos que levaram os apócrifos a serem proscritos dos textos sagrados, são então encaradas como milagres, tendo, portanto, origem divina. 

E, se existem provas que não são públicas, estas estão muito bem guardadas nos andares e longos corredores da Biblioteca do Vaticano, reconhecido baluarte milenar da história das civilizações que se instalaram na Ásia Ocidental, Oriente Médio, Europa e Norte da África. Padre Miranda nos lembra que o Vaticano tem inúmeros volumes da Biblioteca de Alexandria, milagrosamente salvos por antigos sacerdotes, que, antes de ser destruída pela invasão romana, continha toda a história das primeiras civilizações terrestres. Sabemos também que revelações provenientes de uma discussão dessa importância colocariam em cheque, imediatamente, toda a teologia católica e seus dogmas. Contra isso, existe uma poderosa corrente dentro do Vaticano, que, detectado algum foco de perigo estrutural na igreja, prontamente entra em ação, expressando suas palavras através do papa. 

A última manifestação dessa equipe conservadora, provavelmente motivada por esses novos questionamentos teológicos, foi comunicada no mês de abril, quando João Paulo II determinou que aquele que se considerar católico, de preferência praticante, estará terminantemente proibido de participar de qualquer outro culto religioso. Ora, uma atitude dessa, vinda do pontífice que ficou reconhecido como o papa que pregava o ecumenismo, é uma incongruência. 

O primeiro ufólogo a questionar exclusivamente os Evangelhos apócrifos, bem antes das atuais e limitadas conclusões levantadas pelos novos teólogos, foi o espanhol J. J. Benítez, em sua obra Os Astronautas de Yaveh, em 1980 [Editora Mercuryo]. Nessa obra, o autor chama diversas vezes a atenção do leitor sobre a constante presença dos anjos e seus feitos, e sobre os talentos dos protagonistas do Antigo e do Novo Testamento, que são ainda mais surpreendentes nos apócrifos. Conclusivamente, assim como Fernando Cleto Nunes Pereira, Benítez afirma que só um plano muito bem elaborado por criaturas que realmente não eram desse planeta estaria por trás dos acontecimentos relatados nas escrituras.


Ufologia e Evangelhos 

No intuito de chegar a conclusões livres de preconceitos religiosos e de visões dogmáticas que governam o cristianismo há séculos, gostaríamos de convidar os leitores a desfazerem-se dessas amarras e buscarem, sob novos aspectos, a velha máxima de Jesus Cristo: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Para tal, precisarão apenas transportar sua ótica dos remotos tempos bíblicos para nossa era. O tipo de postura que aqui propomos é o que faz o estudo ufológico há pelo menos 30 anos, promovendo uma modificação conceitual sobre os relatos bíblicos, encarando-os do ponto de vista atual, baseando-se nas tecnologias que já estão ao nosso alcance, também na rica casuística ufológica e nos incontáveis relatos acumulados e publicados em livros neste meio século de estudo científico da matéria. Tudo isso está acessível para aquele que “...tiver olhos para ver e ouvidos para ouvir”, como Cristo colocou.

Primeiramente, é necessário ter em mente o que representam os Evangelhos e outros livros apócrifos para as diversas igrejas e suas doutrinas cristãs, bem como para os demais seguidores independentes dos ensinamentos bíblicos. Conforme o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra apócrifo significa “...obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagrado não incluídos pela igreja no Cânon das escrituras autênticas e divinamente inspiradas”. Entre os cristãos esotéricos, o conceito mais usado vem do grego apocrypha, que, como coloca o Glossário Teosófico, é “...erroneamente traduzido e adotado como ‘duvidoso’ ou ‘espúrio’. A palavra significa simplesmente secreto, oculto ou esotérico”. 

Antes do surgimento do cristianismo, esse último conceito era usado para identificar algumas obras, sobretudo, pelos sumos sacerdotes e seus iniciados nas escolas secretas, das quais, as mais conhecidas encontravam-se na Antiga Grécia, Egito, Índia e nas montanhas do Himalaia. É comum nesses meios a afirmação de que, num período ocultado pela Bíblia, o próprio Jesus Cristo freqüentou uma dessas escolas durante sua infância ou adolescência, a dos essênios, tendo acesso a vários desses apócrifos e trocando alguns de seus conhecimentos com mestres dessa escola. Mais tarde, seus conceitos seriam utilizados em sermões e confrontos nos templos sagrados dos judeus. 

Cabe aqui ressaltar que os essênios constituíam uma seita misteriosa de judeus de cunho espírita, que, segundo o historiador Plínio, viveu próxima ao Mar Morto por millia soecolorum, milhares de séculos. Após a chegada do profetizado Enviado, muitos desses essênios passaram a compor os cristãos gnósticos, uma seita basicamente esotérica, dentre várias novas que passariam a compor o catolicismo. A realidade é que os Evangelhos apócrifos, conforme os conhecemos hoje, começaram a surgir após o Concílio de Nicéia, no ano de 325 d.C., quando alguns foram separados dos 73 livros canônicos [Lista dos livros sagrados admitidos pela Igreja Católica]. Os motivos para sua separação e, em alguns casos, reinserção, através dos diversos concílios, é questão de caloroso debate entre os estudiosos. Não deverão ser aqui expostos, pois tomariam demasiado tempo. 

Mas vale adicionar que algumas dessas razões apresentam tamanho absurdo e ignorância, que deixariam quaisquer padres ou pastores protestantes, suficientemente coerentes, rubros ao expô-las em seminários ou pregações. Tais comportamentos de exceção, característicos de seitas dominantes no cristianismo nascente, podem ser comparados com aquele que encontramos na suposta predicação final de Cristo no Evangelho de Bartolomeu, onde Ele fala da Igreja Católica, que não tem nenhum fundamento, e “representa um anacronismo ridículo”, segundo as palavras de Maria de Oliveira Tricca, compiladora da obra Apócrifos, Os Proscritos da Bíblia [Editora Mercuryo]. 

Iluminatis

Entre os ufólogos, essa discussão sobre interferências nocivas à lógica cristã vai além do que propõem os intelectuais religiosos. Entra no campo dos constantes monitoramentos de grupos secretos que, segundo alguns, são identificados como os iluminatis da igreja, os quais possuem conhecimento suficiente para identificar a presença de seres extraterrestres entre anjos e deuses. Ainda segundo essa corrente ufológica, os iluminatis sabiam muito bem o que estavam fazendo ao interferirem, por exemplo, nas investigações sobre as aparições da Virgem de Fátima, um fenômeno que, pelos relatos, desenhou nitidamente seu caráter ufológico, ocorrido em Portugal, séculos depois da morte de Maria. 

Isso demonstra a constante presença desse grupo e o grande poder de influência que possui na direção do Vaticano. Outro grupo, talvez ligado aos primeiros iluminatis, que na época do Concílio de Nicéia teria como função a escolha dos rumos que deveria seguir o cristianismo, discriminando o canônico do apócrifo, jamais pensaria que o seu filtro não seria tão seletivo, a ponto de passar apenas as escrituras que não gerassem interpretações dúbias, ridículas, ou perigosas ao credo, em outras instâncias do conhecimento histórico-religioso e científico. De fato, o intuito de esconder informações não surtiu o efeito desejado, uma vez que muitos dos livros canônicos também contêm confirmações sobre alguns fatos supostamente ligados à Ufologia. Devido ao grande número de textos e passagens da Bíblia canônica e da apócrifa, impossíveis de compilação numa revista, escolhemos apenas trechos de alguns desses livros, em distintas épocas, e retiramos deles os aspectos mais contundentes em relação à Ufologia [Veja box].


Enoque, Um Enviado

O primeiro versículo do relato atribuído a Enoque refere-se nitidamente à aparição de dois seres de enorme estatura, que realmente deveriam ser muito estranhos, tal foi o terror demonstrado pelo contactado ao notar as características físicas incomuns. Ante seu espanto, os seres informaram-lhe que dentro em pouco ele “subiria aos céus”, e que pelo tempo que deveria permanecer fora, teria que passar instruções à sua família sobre o que fazer durante sua ausência. Literalmente, Enoque seria abduzido por dois seres bem diferentes dos humanos que, conforme sua descrição, tinham faces resplandecentes, olhos como chama e uma voz que soava como um canto. Eles possuíam também algum tipo de instrumento nas costas, identificado por Enoque como “asas mais brilhantes que o ouro e as mãos mais brancas que a neve”. 

Essas criaturas podem ser enquadradas como seres humanóides do tipo 03, variação 03, conforme classificação de Jader Pereira, ou algo entre o tipo beta e o gama, segundo a classificação de Claudeir Covo. As asas douradas poderiam representar algum tipo de instrumento metálico localizado nas costas, talvez para função comunicativa, respiratória ou locomotiva. Esses dois seres que acompanhariam Enoque na maior parte da viagem, até seu retorno, são identificados como os anjos Samuil e Raguil. A jornada do abduzido deveria, no mínimo, chegar aos limites da Via Láctea e durar muitos anos para quem estivesse na Terra, uma vez que, assim como vários lugares, ou céus foram descritos e algumas estrelas além do Sol também parecem ter sido visitadas. 


De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein, para uma pessoa que viaje grandes distâncias a velocidades muito altas, o tempo passará mais vagarosamente em relação à outra que permaneça em repouso num ponto estacionário. No caso, quem permaneceria em repouso seria sua família, por isso as instruções durante um tempo que, à vista de Enoque [Em movimento], seria muito menor que o de sua família [Em repouso]. A jornada deve ter durado no mínimo 30 dias, tempo em que escreveu seus 366 livros, de acordo com o que coloca o 23º capítulo do apócrifo, e mais o período de observação dos céus. 
Entretanto, segundo a Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículos 21 a 24, Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou, repassou tudo o que vira em mais 30 dias na Terra e partiu novamente aos céus, vivendo ao todo 365 anos terrestres. No entanto, no apócrifo, Enoque afirma que foram 165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém, e não 65. Na menor das hipóteses, teria a viagem de Enoque durado mais ou menos 100 anos terrestres e, na maior, 200. Conforme cálculos baseados nos estudos de Einstein, uma viagem de ida e volta ao limite de nossa galáxia, a velocidades próximas à da luz, duraria quase 200 anos para quem estivesse no planeta, enquanto que, para o viajante, esse tempo quase pararia.

O terceiro capítulo do livro de Enoque, apesar de pequeno, com apenas um versículo, mostra claramente que ele foi levado ao lugar ao qual se refere como “primeiro céu”, através das asas dos anjos, e depois elevado às nuvens. O que nos parece com um verdadeiro traslado antigravitacional, causado provavelmente por alguma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres, suas asas, levando-o do chão à nave. Essa, por sua vez, içou vôo em direção ao espaço, a exemplo do que ocorreu com Elias [II Reis, capítulo 02, versículo 11], levado por uma carruagem de fogo aos céus. 


Grande Mar

Durante o vôo, Enoque tem, acima, a visão do espaço sideral [Éter] e ao olhar o horizonte e abaixo, os seres mostram o que mais lhe parecia com um grande mar, “maior que o mar da Terra”. Enoque, neste momento, possivelmente teve a mesma impressão que Yuri Gagarin teve, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, na nave Vostok 1, quando exclamou a famosa frase: “A Terra é azul”. Para Enoque, pode ser que o grande horizonte azul do planeta, quando se chega às últimas camadas da atmosfera, lhe parecera o maior dos mares. Após alguns lances de admiração, o quarto e quinto capítulos descrevem como Enoque entrou em contato com outros seres que provavelmente ocupavam maiores postos na hierarquia divina, já que foram reconhecidos como “anciãos e os dirigentes das ordens estelares”, bem como seus subordinados. Deve-se considerar que, frente àquelas novidades, o contactado poderia muito bem confundir os locais que visitava, já que sua cultura não possuía palavras para expressar exatamente o que presenciava. O que ele entendia como céu, estrelas, planetas e cidades, poderiam ser veículos que transportavam a ele e aqueles exércitos de homens, provavelmente naves que compunham uma frota estelar, dada a riqueza de detalhes de sua descrição. Aqui percorremos o perigoso terreno das suposições, mas sabemos que sem ele a ciência não caminha.


“E então apareceram dois homens extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. E eles disseram: ‘Tu deves subir aos céus conosco: Não demorei em obedecê-los. Mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas fundações nos céus. Voavam com suas asas e pareciam que navegavam”. 

— Profeta Enoque, descrevendo uma abdução alienígena nos evangelhos apócrifos que escreveu, convenientemente excluídos da Bíblia

No primeiro céu, Enoque retrata aquilo que lhe parecia neve e os anjos que “mantêm seus terríveis depósitos”, talvez pela cor branca ou claridade que de lá emanava. Segundo descrições, seria um local onde anjos controlavam uma “tesouraria” e de onde partiam “nuvens” para vários locais. Analisando-se essas palavras sob o ponto de vista da tradução ao pé da letra, vamos ver que tesouraria, neste caso, refere-se a um local cheio de tesouros, com uma forte iluminação interna. Isso nos induz a comparações bem interessantes com cabines de aviões ou torres de controle de aeroportos. 

Como um habitante da Antigüidade interpretaria o conjunto de luzes coloridas, botões, alavancas, painéis, gráficos luminosos, telas de radar ou de computadores e toda espécie de equipamento para navegação aérea e espacial, dentro de uma cabine de avião ou numa sala de controle da NASA, por exemplo? Naquela época, tesouraria seria uma boa forma de comparação. Quanto às nuvens dirigidas e seus terríveis depósitos? O que seriam? Certamente, não se tratava de vapor d’água armado. Seriam astronautas militares os anjos diretores de estrelas que voavam em suas asas, navegavam e possuíam suas funções no céu?

Nos capítulos 11 e 12, o viajante visita e identifica o que nos parece ser a rota da Terra, no Sistema Solar, ou pelo menos segue a órbita de um planeta com vida, em torno de uma estrela. Acompanhado de vários aparelhos voadores alados, Enoque nomeia dois principais: Fênix, o mitológico pássaro grego que era único, não se reproduzia e ressurgia de suas próprias cinzas, e Chalkydri, termo que parece vir da união de duas palavras do sânscrito, Chakchur [O olho do mundo ou Sol] e Kîrti [Luz, esplendor]. Ambas possuíam pés em formas que lembravam a cauda de um leão, corpo cônico achatado e com formato de cabeça de crocodilo, com grandes dimensões. Qualquer semelhança entre essas e um ônibus espacial Discovery, flutuando por meio de jatos estabilizadores, como várias asas laterais, sapatas de aterrissagem dotadas de sistema propulsor, bem como na parte traseira da nave, que podem lembrar caudas de leão, seria coincidência? 


Armas Terríveis

O relato esquenta quando, nos versículos 07, 10 e 18, Enoque relata o que lhe parecia o inferno. Nos dois primeiros, ele apenas identifica os seres sofredores, vigiados por anjos de pele escura, que descreve como “impiedosos que portavam armas terríveis”, mas no versículo 18 observa e fala aos soldados chamados “grigori”, seres com aparência humana que “eram maiores que os maiores gigantes”. Estes possuíam rostos sem viços e bocas que apresentavam “silêncio perpétuo”. Segundo um dos seres que acompanhavam Enoque em sua jornada, os grigori, ao que parece, são parentes dos gigantes que visitaram e fecundaram mulheres terrenas, conforme relato bíblico no Gênesis, capítulo 06, versículos 01 a 04, em passado remoto, dando origem a homens que impressionavam pela altura e pelas inimizades. 

Neste versículo, percebe-se uma grande semelhança entre os fatos do Gênesis e os relatos de mulheres abduzidas da época contemporânea, submetidas a processos de fecundação após o rapto, geralmente praticados por seres alfa cinzentos, os famosos grays. Seriam os tais anjos escuros? Alguns deles chegavam a atingir grandes estaturas. Será que o termo grigori, pronunciado naquela época para identificar esses humanóides, tem alguma correlação com a identificação gray adotada atualmente? Tanto uns quanto os outros, excetuando-se alguns casos, são mencionados com envolvimento no lado mau da história de Enoque e nos raptos acompanhados de experiências reprodutivas, os quais atualmente deixam sérias conseqüências psicológicas. 

“Os seres mostraram a Enoque um grande mar, ‘maior que o mar da Terra’. O profeta teve, possivelmente, a mesma impressão que Yuri Gagarin, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, quando exclamou: ‘A Terra é azul’

Finalizando, Enoque escreveu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados “livros do Senhor”, e retornou à Terra. Mas não sem antes passar por uma experiência comum em relatos de abdução. No dito “décimo céu”, citado no 22º capítulo de seu livro, ele identifica a face do Senhor como “...ferro que arde em fogo e que, ao sair, emite faíscas e queima”. Seguindo as ordens do mesmo Senhor, um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com uma roupa luminescente que o fez assemelhar-se aos seres, e dotou-o com uma “pena de escrita rápida”, mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns a serem copiados. Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tarefa. Retornou à Terra, passou tudo a seus filhos em mais 30 dias e partiu novamente, em definitivo, aos céus. Em alguns casos de abduções investigados por psicólogos, os abduzidos atuais relatam, sob hipnose, ter passado por experiências semelhantes à dele, quando foram untados, submetidos a intervenções médicas e, em muitos casos, receberam informações sobre a vida na Terra e em outros planetas.


A Gravidez de Maria

Sabe-se que Ana e Joaquim não podiam ter filhos. Afinal, ao que tudo indica, Ana era estéril, mas mesmo assim Maria nasceu. Seria um milagre da divina providência ou o anjo que apareceu a operou e proporcionou-lhe a fecundidade? Segundo posições religiosas, isso não deve ser discutido, pois a Deus tudo é possível. Entretanto, a ciência não vê os fatos dessa forma e, a menos que questionemos a veracidade dos vários Evangelhos, devemos seguir em frente. Sem nos deter, prosseguindo o ingrato caminho do cientificismo, se tomarmos como premissa que um ser especial como Jesus deveria possuir características genéticas especialíssimas para se tornar um Homem-Deus, devemos considerar também que não só o seu Pai Celestial, mas também sua mãe terrena, deveriam ser especiais.
Hoje em dia, verificamos em publicações médicas e na própria mídia a possibilidade de operações cirúrgicas que utilizam computadores ligados às câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. Incluem-se aí procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias, cateterismos etc. Algumas operações dessas são, inclusive, executadas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, através de câmeras e vídeos remotos [Videoconferência], ligados via satélite. Assim é possível controlar os movimentos cirúrgicos dos aparelhos executores, enquanto que, no local da operação, estão presentes apenas alguns médicos assistentes e enfermeiros, além do paciente anestesiado. 


Entretanto, isso seria fruto de uma imaginação lunática de autores de ficção científica, se transposto para a época de nascimento de Maria e de Jesus. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por seres de outros orbes celestes há milênios, como afirmam grandes ufólogos. O filme Intruders [1992], baseado na obra de Budd Hopkins, expressa com muita propriedade as cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados pelo autor via hipnose. Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vítimas, como é o caso do norte-americano doutor Roger Leir [Autor do livro Implantes Alienígenas, Somos Cobaias de ETs?]. Neste caso, é possível até a afirmação de que a tecnologia acima citada é obsoleta, se comparada à capacidade tecnológica que teriam esses seres superiores de viajar pelas infinitas galáxias do universo.


Proscritos da Bíblia

Supondo a possibilidade dessa teoria, levantamos uma séria dúvida sobre quem teria fecundado Ana, se Joaquim encontrava-se longe de casa. No Evangelho de Tiago, parte integrante do livro Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia, já mencionado, percebemos que “...Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, e se retirou para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites”. Some-se a isso o fato de que teriam andado 30 dias consecutivos na viagem de retorno, totalizando mais de dois meses fora de casa. Teria também Joaquim tido um contato de 4º grau, já que o anjo de Deus apareceu-lhe rodeado de um imenso esplendor, conversou e após isso se elevou aos céus em meio à fumaça? O que teria causado tamanho choque a um homem como Joaquim, que o teria deixado prostrado ao chão durante horas, levando também grande dificuldade aos seus servos para levantá-lo? 

O que queria o anjo dizer com a frase “Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando estes itens foram oferecidas por Joaquim? Parece que esse mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, pois os apócrifos de ambos, de forma semelhante, ditam a mesma história. As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos da vida de Maria no templo, quando ela era vista freqüentemente sendo assistida e alimentada por anjos, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria essa a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim? O que quis Mateus dizer quando se referia à face resplandecente como “a neve de Maria”, e por isto “apenas se podia olhá-la com dificuldade?” A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, assim como em casos de avistamentos contemporâneos de tripulantes de UFOs. Estas, assim como outras questões, compõem o campo ufológico, e dele não devemos abrir mão.

Como não estamos discutindo a questão religiosa, mas sim a científica, as afirmações contidas nesses textos nos remetem à nublada região das suposições sem base concreta de afirmação, uma vez que elas provêm de interpretações teológicas. Entretanto, da mesma forma, elas nos revestem com a dúvida da simples e veemente negação cética, posto que o grande número de relatos semelhantes, com referência a uma mesma ocorrência, nos conduz à afirmação de que a história realmente tenha sido dessa forma. Neste caso, a abordagem científica nos faz navegar numa relativa margem de suposições factuais que, guardadas as devidas proporções interpretativas, podem ser comparadas com as ocorrências ufológicas da atualidade.


Estranhos Enviados

Até hoje, em alguns meios científicos, questiona-se a real existência, num passado remoto, de avatares e ícones religiosos como Krishna, Sidarta Gautama [Buda], Maomé, Moisés e Jesus Cristo. Em outros meios, não se questionam suas existências, mas seus feitos extraordinários, fora dos padrões humanos, com reflexos tanto em pessoas quanto em fenômenos da natureza. Na Ufologia esses questionamentos também não passam despercebidos. Muitos são os ufólogos que, na falta de uma base científica palpável, cartesiana, erguida em pilares conceitualmente aceitáveis nos meios acadêmicos, preferem deixar o assunto à margem de discussões, aguardando mais provas. Mas não sem antes tecerem seus comentários, alguns até pejorativos, o que causa desavenças metodológicas entre esses estudiosos. Uma vez que a história, como uma ciência, inclui em suas várias áreas de estudo um espaço destinado a muitos desses seres tidos como anormais, assim como a filosofia, a teologia e outras disciplinas, a fuga destas abordagens e a espera por novas provas nos parece sem sentido. 
Já alguns ramos da psicologia, por sua vez, discorrem sobre o perigo do efeito produzido por impactos populares conseguidos por meio de técnicas de oratória, como a programação neurolingüística, bem utilizada em doutrinamento religioso, manutenção e controle sobre a mente humana pelo convencimento em massa, fazendo com que determinadas pessoas se sobressaiam ante a maioria. Neste caso, grandes verdades do presente podem muito bem ter sido baseadas em mentiras ainda maiores no passado, talentosamente inseridas num longo contexto. Por conta disso, aos mais ousados ficam os louros da descoberta ou o ônus do fracasso.

Seguindo o nosso assunto nesta tênue corda bamba entre os crentes e os descrentes da história bíblica, surge aquela velha dúvida sobre o nascimento de Jesus, bem como sobre os estranhos fatos ocorridos no período inicial e durante toda sua vida. Como aqui resolvemos analisar o assunto a partir dos Evangelhos, basearemos esses argumentos na afirmativa de que, pelo menos em parte, esses escritos dizem a verdade. Não bastasse a já discutida influência desses anjos na vida de Ana, Joaquim e Maria, além de diversos outros personagens do cristianismo, dando continuidade desse projeto divino surgem a fecundação de Maria e o surpreendente nascimento de Jesus.

Com Ana ainda paira a dúvida se esta foi fecundada por Joaquim ou pelo anjo. Contudo, com Maria esta tarefa coube ao Espírito Santo, como cita a Bíblia nos quatro Evangelhos canônicos, causando grandes transtornos a José. Não é, portanto, necessário tecermos mais comentários e novas conclusões sobre o que realmente ocorrera neste caso. O que mais nos interessa é a conclusão de todo aquele processo, que teve início com a retirada dos judeus do Egito, guiados pelo não menos suspeito Moisés e seus companheiros divinos, que dirigiam nuvens luminosas, fulminavam os inimigos, falavam do alto das montanhas, abriam mares e faziam chover comida no deserto, tendo seu desfecho com a crucificação de Jesus, 400 anos depois da chegada daquele povo à prometida Nova Canaã.



Estrela de Belém

Comecemos pelo surgimento da intrigante Estrela de Belém. Teorizando sobre o que seria essa estrela, vamos, através de método exclusivo da disciplina, verificar as possibilidades meteorológicas envolvidas no fenômeno. Em primeiro lugar, sabemos que nenhum tipo de estrela, por menor que fosse, chegaria tão perto da Terra, a ponto de indicar um local específico e parando sobre este. Numa suposição absurda dessas, o planeta seria completamente torrado e nem o Filho de Deus sobraria para contar a história. Tampouco sabemos que asteróide luminoso algum execute movimentos tais, que seriam capazes de guiar pessoas a um determinado local e depois levá-las de volta à sua origem, por outro caminho, fazendo com que, no caso, os reis magos seguissem a sua luz até que estivessem de volta à sua pátria, como descrevem o Evangelho de Tiago e o Evangelho Árabe da Infância [Parte integrante do já mencionado livro Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia]. 

Segundo o ufólogo Roberto Affonso Beck, reconhecidamente um dos maiores caçadores de sondas ufológicas do Brasil, estes objetos de pequenas dimensões e das mais variadas formas, muito mais comuns que naves tripuladas, são provavelmente uma espécie de artefato alienígena voador proveniente de veículos maiores. Desempenham diversas funções junto à superfície do planeta ou a pessoas, tais como prospecção mineral, análise de solo, colheita de material biológico, espionagem, rastreamento de áreas, reconhecimento de regiões. Enfim, funções práticas e discretas que não podem ser executadas por grandes naves, pois chamariam muita atenção. 

Textualmente, afirma o ufólogo que outros tipos de sondas costumam atacar pessoas, notadamente na região Nordeste do Brasil, onde são conhecidas como Chupa-Chupa ou simplesmente Chupa, retirando deles sangue, a exemplo do que ocorreu no norte do Pará, motivando a famosa Operação Prato, comandada pelo coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Uyrangê Hollanda, em 1977. Algumas são pequenas, comparadas a bolas de gude. Adentram residências, atravessam paredes e andam pelo interior das casas como se estivessem bisbilhotando nossas vidas. Vários são os relatos em que sondas são observadas executando diversos tipos de movimentos. Tudo indica que estamos sendo monitorados por meio de tecnologia que foge aos padrões terrestres conhecidos.

Vendo por esse lado, é possível supor que a Estrela de Belém nada mais seria que uma sonda de orientação, incumbida exclusivamente de guiar os reis magos ao local de nascimento de Jesus. Depois, deveriam levar os portadores da notícia para o Oriente, sem que estes encontrassem Herodes. Mas outro intrigante fato é revelado por Tiago: durante o parto, quando José sai em busca de uma parteira, percebe que o tempo e os movimentos tornam-se estáticos, por conseqüência de um estranho estremecimento do ar. As pessoas, os pássaros, os animais estavam todos estáticos, como se uma força invisível os estivesse paralisando. Ao retornar, o pai depara-se com a gruta sombreada por uma nuvem luminosa, que, ao se afastar, deixa uma luz irresistível no interior da gruta. Essa, pouco a pouco se desfaz e revela o menino Jesus.


Lembramos aos leitores que Jesus não é o primeiro bebê a ser considerado diferente logo ao nascer, quanto a sua resplandecência luminosa em comparação com a de outras crianças da Bíblia. Além de Maria, Noé, que também vivia recebendo mensagens angelicais, inclusive um projeto para construção da famosa Arca, por exemplo, ao nascer era completamente diferente das crianças da época. Lamec, pai de Noé, descreve no capítulo 104 do apócrifo livro de Enoque, que foi em busca do seu pai, Matusalém, filho de Enoque e avô de Noé, para descobrir o que ocorrera com seu filho, pois este não se parecia em nada com as outras crianças. Sua pele era extremamente branca, como também seus cabelos. Seus olhos apresentavam um brilho incomum. 

Outra Espécie de Ser

Em suas observações, o desconfiado Lamec laconicamente diz a Matusalém que Noé “com certeza não é de nossa espécie”, tamanha era sua diferença. Isso só vem confirmar as características especiais dessa família patriarca antediluviana, descendente direta de Adão, principalmente no que se refere a longevidade. Qual a constituição celular desses homens? A Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículo 01, afirma que Adão, Set, Enos, Cainã, Malael, Jared, Matusalém, Lamec e, finalmente, Noé, viveram por quase mil anos cada um, à exceção de Enoque, que viveu 365 anos antes que “Deus o arrebatasse”. 
Conclusões Não Convencionais

Mediante essas análises, surge uma velha pergunta que muitos tentam evitar, por ser demasiadamente perigosa, rechaçada entre religiosos, impensável em alguns meios e, às vezes, tachada como absurda, mas que já foi feita por muitos estudiosos: Jesus foi um ser extraterrestre? Não é de hoje que se cogita como uma possibilidade viável nos meios ufológicos as ligações entre Jesus e uma civilização extremamente desenvolvida tecnológica e espiritualmente, para nossos padrões, que certamente não é originária do nosso planeta. Desde que, é claro, o que esteja na Bíblia realmente tenha ocorrido.

Atualmente é mais viável para a comunidade científica, diante da infinidade de provas recolhidas nos últimos anos, entre documentos oficiais, filmes, relatos, artefatos, pinturas e desenhos arqueológicos, acreditar em naves tripuladas por seres de origem desconhecida do que continuar acreditando em anjos, querubins, serafins, nuvens luminosas, carruagens de fogo, baleias que engolem e cospem homens na praia e todos os outros tipos de referência bíblica a fatos nitidamente anormais. Devemos deixar claro que as formas descritivas e dissertativas contidas no livro sagrado dos cristãos não representam necessariamente erros ou exageros interpretativos dos fatos, como querem os exegetas do Vaticano. Nem tampouco pensar que esses anjos provenientes da glória do Senhor não tenham realmente existido, caso contrário não estariam lá representados. O problema está basicamente no ponto de vista do observador, que, despido de preconceitos historicamente enraizados no conhecimento humano e da visão de pessoas que não tinham, à época, nenhum conhecimento de artefatos tecnologicamente avançados, acabará por analisar a questão de outra forma.

Apesar das constantes afirmações do Salvador de que seu reino não era deste mundo e que na casa de seu Pai existiam várias moradas, nunca se contestou a divindade de sua alma, assim como a origem terrena de sua carne. Logicamente, nem Maria nem Jesus foram seres extraterrestres em sua passagem carnal pela Terra, pois, segundo a Bíblia, nasceram de mães supostamente humanas e neste planeta. Mas quanto as suas constituições genéticas não podemos afirmar o mesmo. Levando-se em consideração os pressupostos da genética de Mendel – que foi um padre –, podemos levantar três possibilidades básicas, com pequenas variações e subdivisões entre elas, para a composição genealógica de Jesus e de Maria, embora nenhuma das três conclua que essa composição, pelo menos no caso de Cristo, seja totalmente de origem terrestre. Vejamos:

- Na primeira suposição que apresentamos, consideremos a difícil possibilidade de que Joaquim tenha fecundado Ana antes de partir para o pastoreio, e não o anjo do Senhor, que avisou ambos sobre a gravidez. Aqui, o anjo apenas teve participação na cura da infertilidade de Ana. Então, neste caso, Maria teve sua composição genética totalmente humana. O óvulo de Maria, por sua vez, foi inseminado artificialmente pela ação do Espírito Santo com o sêmen divino. Logo, Jesus possuiu 50% de sua constituição proveniente de Deus e os outros 50% dos genes humanos terrestres, provenientes de Maria.

- Na segunda suposição, vamos considerar que a avó de Jesus tenha sido operada e inseminada artificialmente pelo anjo do Senhor. Maria seria neste caso 50% divina. Da mesma forma, com Maria inseminada artificialmente, Jesus possuiria então 75% de sua constituição divina, e os 25% restantes humanos, provenientes de Ana, a Ele passados por Maria.

- Numa terceira suposição, tanto Ana como Maria serviram apenas como meio de cultura biológica, em termos médicos, ou mãe de aluguel, em termos vulgares, para os embriões nelas inseridos pelo anjo e pelo Espírito Santo, respectivamente. Assim, tanto Maria como Jesus teriam 100% de sua constituição genética com origem em pais biológicos divinos. Ainda nesse terceiro caso devemos levar em conta também a possibilidade de um dos dois, ou ambos, terem sido clonados, resultando também numa constituição genética totalmente desconhecida.

Absurdo? Dentro do encadeamento de suposições baseadas em provas documentais, não. Desde a Idade Média são encontradas pinturas, algumas encomendadas pelas igrejas, provavelmente baseadas em relatos ou documentos mais antigos ainda, que descrevem cenas bíblicas mostrando a presença de estranhos objetos voadores não identificados e os famosos discos voadores [Veja box]. Os artefatos aparecem principalmente quando essas pinturas se referem a momentos da vida de Maria e de Jesus, mostrando que, além da Bíblia e dos livros que compõem os Evangelhos apócrifos, a arqueologia e a arte também servem como provas cabais da íntima relação entre os dois principais personagens do cristianismo e os UFOs. Portanto, concluímos que a visão do Evangelho segundo a Ufologia não está muito longe da verdade. E talvez estejamos mais perto dela do que imaginamos.

A abdução do profeta Enoque 

A origem do apócrifo Livro de Enoque remonta ao século I d.C., atribuído a um judeu helenizado de Alexandria. Considerado um dos mais relevantes à pesquisa ufológica, devido à sua constituição e perfeição na descrição dos fatos, é tido também como uma ferramenta fundamental no entendimento de algumas passagens obscuras dos evangelhos canônicos, sua influência sobre os escritores do Novo Testamento é incontestável. Mostraremos a seguir alguns dos muitos trechos da obra que são relevantes ao estudo ufológico, apenas minimamente editados para melhor compreensão e apresentação:

[Capítulo I, versículo 01] Havia um sábio, um grande artífice, e o Senhor dedicou-lhe seu amor e o recebeu, a ponto de fazê-lo testemunhar as mais altas moradas dos maiores e mais sábios imutáveis reinos do Todo-Poderoso. As mais maravilhosas, gloriosas e brilhantes estações de muitos olhos dos servidores do Senhor, e o inacessível trono do Senhor. E os graus de manifestações e hostes incorpóreas, o inefável ministério e a multitude dos elementos, as várias aparições e o canto indizível das hostes dos Querubins, e a luz infinita.

[Versículo 02] Naquele tempo, quando completei 165 anos, gerei meu filho Matusalém. [03] Depois disso, vivi 200 anos e, ao todo, minha vida foi de 365 anos. [04] No primeiro dia do primeiro mês, estava eu sozinho em minha casa descansando no meu leito, quando adormeci. [05] E quando estava adormecido, uma grande tristeza tomou conta de meu coração. Chorei durante o sono e não podia entender que tristeza era aquela, ou o que iria acontecer-me. [06] E então apareceram dois homens, extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. Suas faces resplandeciam como o Sol, seus olhos eram como uma chama e de seus lábios saía um canto e um fogo, variados, de cor violeta na aparência. Suas asas eram mais brilhantes que o ouro, suas mãos, mais brancas que a neve.

[Versículo 07] Eles estavam em pé, na cabeceira de meu leito, e puseram-se me chamar pelo nome. [08] Acordei e vi claramente aqueles dois homens, de pé, na minha frente. [09] Saudei-os e fui tomado de medo. Meu semblante transformou-se pelo terror, e os homens disseram: [10] “Tem coragem, Enoque, não temas. O Deus eterno nos mandou a ti e, vê! Tu hoje deverás subir aos céus conosco, e deverás dizer a teus filhos e aos da tua família tudo o que deverão fazer na casa durante tua ausência na Terra. Não os deixes procurar-te até que o Senhor te devolva a eles”. [11] E não me demorei em obedecê-los. Saí de minha casa, como me foi ordenado, chamei meus filhos Matusalém, Regim e Gaidad, e contei-lhe todas as maravilhas que me haviam dito aqueles homens.

Primeiro Céu

[Capítulo III, versículo único] Aconteceu que, depois de Enoque ter falado com os filhos, os anjos o levaram em suas asas ao primeiro céu e o puseram nas nuvens. “E aí eu olhei, e olhei outra vez mais para o alto e vi o éter. Eles me puseram no primeiro céu e me mostraram um grande mar, maior que o mar da Terra”. [Capítulo IV, versículo único] Trouxeram até mim os anciãos e os dirigentes das ordens estelares, e mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas funções nos céus. Voaram com suas asas e apareceram todos que navegam.

[Capítulo V, versículo único] E aí eu olhei para baixo e via as tesourarias da neve, e os anjos que mantêm seus terríveis depósitos. Vi as nuvens que dali saem e para onde vão elas... [Capítulo VI, versículo único] Eles me mostraram a tesouraria do orvalho, tal qual azeite de oliva, e sua forma, assim como todas as flores da terra. Além disso, os muitos anjos que guardavam a tesouraria dessas coisas, e como fazem para abrir e fechar. [Capítulo VII, versículo único] E aqueles homens me tomaram e me conduziram ao segundo céu, e me mostraram as trevas, mais escuras que as da Terra. Eu vi prisioneiros atados, vigiados, que aguardavam o grande e infinito julgamento, e esses anjos eram escuros, mais escuros que a escuridão da terra. Os faziam chorar incessantemente, o tempo todo... 


Rio de Fogo 

[Capítulo X, versículo único] Aqueles dois homens me tomaram e me conduziram ao norte, e me mostraram um lugar terrível onde havia todas as maneiras de torturas, trevas e escuridão sufocantes. Nenhuma luz havia lá, mas um fogo escuro constantemente ardia no alto. E havia um rio de fogo que corria, e por todo o lugar havia fogo. Por todo lugar havia geada e gelo, sede e tremores, enquanto que as penas eram muito cruéis. Os anjos temíveis e impiedosos portavam armas terríveis e infligiram torturas tenebrosas.

[Capítulo XI, versículo 01] Aqueles homens me tomaram, conduziram-me ao quarto céu e me mostraram os sucessivos acontecimentos e todos os raios da luz do Sol e da Lua. [02] Eu medi seus movimentos e comparei suas luzes, e vi que a do Sol é maior que a da Lua. [03] Seu ciclo e suas órbitas, nos quais eles sempre se movimentam, como um vento de uma velocidade maravilhosa, e o dia e a noite têm um rápido trânsito. [04] Sua passagem e seu retorno são acompanhados por quatro grandes estrelas e quatro à esquerda. Cada estrela tem sob seu controle mil outras estrelas, ao todo oito mil, seguindo continuamente o Sol. [05] De dia, 15 miríades de anjos o assistem e à noite, mil. [06] Seis alados seguem diante da órbita do Sol em suas chamas flamejantes, e cem anjos acendem o Sol.

[Capítulo XII, versículo único] Olhei e vi outros elementos voadores do Sol, cujos nomes são Fênix e Chalkydri, maravilhosos e magníficos, com pés e caudas na forma de leão, cabeça de crocodilo. Sua aparência escarlate é como o arco-íris, seu tamanho é de novecentas medidas, suas asas são como as dos anjos, cada um tem doze. Atendem e acompanham o Sol dando calor e orvalho tal como lhes foi ordenado por Deus... [Capítulo XV, versículo único] Então os elementos do Sol, chamados Fênix e Chalkydri, irromperam em uma canção. Conseqüentemente, cada pássaro bateu suas asas.


Gigantes Terríveis

[Capítulo XVII, versículo único] No meio dos céus eu vi soldados armados, servindo ao Senhor, com tímpanos e órgãos, com vozes incessantes, doces vozes, doces e incessantes vozes e vários cânticos, que são impossíveis de descrever. Que assombram qualquer inteligência, de tão magnífico e maravilhoso que é o cântico daqueles anjos, e eu estava encantado ouvindo-o. [Capítulo XVIII, versículo 01] Os homens levaram-me ao quinto céu e lá me puseram. Vi muitos e incontáveis soldados, chamados Grigori, de aparência humana. Eram maiores que os maiores gigantes, suas faces eram sem viço e, o silêncio de suas bocas, perpétuo. Não havia qualquer serviço no quinto céu, e eu disse aos homens que estavam comigo: [02] “Por que eles são tão sem viço e suas faces melancólicas, suas bocas silenciosas? E por que não há serviço neste céu?”

[Versículo 03] Eles me disseram: “Estes são os Grigori, que com seu príncipe Satanail rejeitaram o Senhor da Luz. E atrás deles estão os que são mantidos nas grandes trevas do segundo céu. Três deles foram à Terra vindos do trono do Senhor, para o Ermon, e quebraram seus votos nas encostas da colina do Ermon. E viram como eram bonitas as filhas dos homens e tomaram-nas por esposas. Sujaram o mundo com suas obras e durante todo o tempo de sua estrada cometeram ilegalidade e promiscuidade. E nasceram gigantes e impressionantes homens grandes e grandes inimizades”.
[Versículo 04] E por isso Deus julgou-os com um grande julgamento. Eles choraram por seus irmãos e serão punidos no grande dia do Senhor. E eu disse aos Grigori: “Eu vi vossos irmãos, suas obras e seus grandes tormentos, e rezei por eles. Mas o Senhor condenou-os a estar embaixo da Terra até o céu e a terra se acabarem”.


[Capítulo XIX, versículo 01] E então, aqueles homens tomaram-me e me puseram no sexto céu, e lá vi sete grupos de anjos, muito brilhantes e gloriosos. Suas faces brilhavam mais que o Sol resplandecendo, e não havia diferenças em suas faces, comportamento ou maneira de vestir-se. Eles fazem as ordens e aprendem o movimento das estrelas, a alteração da Lua, a revolução do Sol e o bom governo do mundo.


Frutos da Terra

[Versículo 02] E quando eles vêem coisas ruins, fazem os mandamentos e dão instruções e cânticos doces e altos, e todos são cânticos de louvor. [03] Esses são os arcanjos, que estão acima dos anjos, e eles avaliam toda a vida no céu e na Terra. Os anjos que estão designados para as estações do ano, os anjos que cuidam dos rios e dos mares e os que cuidam dos frutos da terra. Há os que cuidam de toda a vegetação, dando comida para todos, e os anjos que anotam todas as almas dos homens, todos os seus feitos e todas as suas vidas diante da face do Senhor. Em meio deles estão seis Fênix e seis querubins com seis asas, continuamente com uma voz cantante. Não é possível descrever seus cânticos e seu júbilo diante do Senhor, aos pés Dele.
[Capítulo XX, versículo 01] Aqueles dois homens levaram-me até o sétimo céu, e lá vi uma grande luz e as flamejantes hostes dos grandes arcanjos, milícias incorpóreas e dominações, ordens e governos, querubins e serafins, tronos e alguns de muitos olhos. Vi nove regimentos, as estações de luz Ioanitas e tive medo. Comecei a tremer com grande terror, e aqueles homens tomaram-me e me conduziram e me disseram: [02] “Tem coragem, Enoque, não temas”. E mostraram-me o Senhor ao longe, sentado em seu trono muito alto. Pois o que haverá no décimo céu, se o Senhor aqui habita?

[Capítulo XXII, versículo 01] No décimo céu, Aravoth, vi como era a face do Senhor, como o ferro que arde no fogo que, ao sair, emite faíscas e queima. [08] E o Senhor disse a Micael: “Vai e despoja Enoque de suas vestes terrestres e unge-o com meu doce bálsamo, e veste-o com os vestidos de minha glória”. [09] E Micael assim o fez, tal qual o Senhor lhe ordenara. Ele me ungiu, vestiu-me, e o aspecto daquele bálsamo é mais que a grande luz. É como o doce orvalho e seu perfume, suave e brilhante como um raio de Sol. Olhei para mim mesmo e estava como um raio de Sol, estava como seus gloriosos.

[Versículo 10] E o senhor convocou um de seus arcanjos, chamado Pravuil, mais forte em sabedoria do que qualquer outro arcanjo, que escrevera todas as obras do Senhor. E o Senhor disse a Pravuil: [11] “Traz aqueles livros de meus depósitos e uma pena de escrita rápida, e dá-os a Enoque e incube-o da escolha dos livros”. [Capítulo XXIII, versículo 02] E Pravuil disse-me: “Todas as coisas que te disse, temo-las por escrito. Senta-te e relaciona todas as almas da humanidade, ainda que muitas delas já tenham nascido, e os lugares preparados para elas na eternidade. Pois que todas as almas são preparadas para a eternidade, antes mesmo da formação do mundo”. [03] E tudo se repetiu por 30 dias e 30 noites, e eu escrevi todas as coisas com exatidão. Escrevi 366 livros.

Nota do Autor:
Dos capítulos 24 a 33, Enoque cita o conteúdo dos livros que lhes foram passados, relatando a criação do mundo nos seis dias, conforme reza a cartilha bíblica. Em seguida, Deus incube a Samuil e Raguil, os dois seres que levaram Enoque à sua presença, para o levarem de volta com os livros. Após a entrega das obras e sua divulgação ao povo da Terra, Enoque parte, dessa vez definitivamente, novamente elevado aos céus.

Apócrifos revelam uma nova Maria 

São vários os livros apócrifos que falam sobre o período anterior e posterior ao nascimento de Maria, mãe de Jesus. Resolvemos expor aqui trechos daqueles que mais estão relacionados aos fatos ufológicos. Contudo, todos, de uma forma ou outra, acabam levando a conclusões semelhantes. Dos chamados Livros da Natividade de Maria, em compilação feita pela Editora Mercuryo, o apócrifo que mais chama a atenção sobre a gravidez de Ana, mãe de Maria, é atribuído a Jerônimo, do século IX. Visando o enriquecimento da narrativa, foram anexados trechos dos Evangelhos de Mateus, do século I, e de Tiago, descoberto no século XVI. Todos os capítulos estão identificados com o nome de cada um de seus supostos autores. Tais Evangelhos foram editamos o mínimo possível, para melhor compreensão e clareza:

[Jerônimo I, versículo 01] A bem-aventurada e sempre gloriosa Virgem Maria descendia de uma estirpe régia e pertencia à família de David. Nasceu em Nazaré e foi educada no templo do Senhor na cidade de Jerusalém. O pai chamava-se Joaquim e a mãe Ana. [03] Mas esses esposos tão queridos por Deus e tão piedosos para com o próximo tinham 20 anos de vida conjugal em casto matrimônio, sem descendência. Tinham feito um voto que se Deus lhes concedesse um rebento, consagrariam-no ao serviço divino. Por este motivo, durante os dias festivos do ano, iam ao templo de Deus. 

[Jerônimo II, versículo 01] A festa da Dedicação no templo aproximava-se e Joaquim dirigiu-se a Jerusalém em companhia de alguns patrícios. Naquele tempo era sumo sacerdote Isacar que, ao vê-lo entre seus concidadãos, menosprezou-o e rejeitou seus presentes, perguntando-lhe como se atrevia a comparecer entre os prolíferos já que era estéril. Disse-lhe ainda que suas oferendas não seriam aceitas por Deus, pois este o considerava indigno da posteridade e clamou pelo testemunho das escrituras, que declarava maldito quem não gerasse um varão em Israel. 

[Versículo 02] Joaquim ficou morto de vergonha ante tamanha injúria e se retirou aos seus campos, onde se encontravam os pastores e rebanhos, sem querer voltar para casa para não se expor ao desprezo dos companheiros que tinham presenciado a cena e ouvido o que Isacar lhe dissera. [Tiago I, versículo 01] Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, retirando-se para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites, dizendo a si mesmo: “Não sairei daqui para minha casa, nem sequer para comer ou beber, até que não me visite o Senhor meu Deus. Que minhas preces me sirvam de comida e de bebida”.

[Jerônimo III, versículo 01] Já fazia algum tempo que se encontrava naquele lugar, quando um dia em que estava sozinho, apareceu-lhe um anjo do Senhor, rodeado de grande esplendor. Ficou atemorizado ante a visão, mas o anjo da aparição livrou-o do temor dizendo: “Joaquim, não tenhas medo e nem te assustes comigo. Sou um anjo do Senhor. Ele me enviou para anunciar-te que tuas preces foram ouvidas. Teve por bem olhar para tua confusão depois que chegou a Seus ouvidos a infâmia de esterilidade da qual injustamente te acusam”. 

Filho do Altíssimo

[Versículo 03] “Saiba então que Ana, tua mulher, vai dar a luz uma menina, a que colocarás o nome de Maria e que viverá consagrada a Deus desde sua infância em consonância com o voto que fizestes. E já desde o ventre da mãe estará plena do Espírito Santo. Não comerá nem beberá nada impuro e nem passará sua vida entre o bulício da plebe, mas no recolhimento do templo do Senhor, para que ninguém possa chegar a suspeitar e nem falar algo desfavorável a ela. E quando for crescendo, da mesma forma que ela nascerá de uma mãe estéril, ou seja, virgem, e gerará de maneira incomparável o Filho do Altíssimo. O nome Deste será Jesus, porque de acordo com seu significado será o salvador de todos os povos”. 
[Mateus III, versículo 01] Naquele mesmo tempo apareceu um jovem entre as montanhas onde Joaquim pastoreava seus rebanhos e lhe disse: “Por que não voltas ao lado de tua esposa?” Joaquim replicou: “Já faz 20 anos que tenho a mulher e, já que o Senhor houvepor bem não dar-me filhos dela, vi-me obrigado a abandonar o templo de Deus ultrajado e confuso. Para que voltar a seu lado como estou, cheio de desonra e vexado? Ficarei aqui com meu gado até que Deus queira que a luz deste mundo me ilumine. [02] Nem bem terminou de falar e o jovem lhe respondeu: “Sou um anjo de Deus e hoje apareci a tua mulher quando orava afogada em prantos. Saiba que ela já concebeu de ti uma filha. Esta viverá no templo do Senhor e o Espírito Santo repousará sobre ela. Sua felicidade será maior do que a de todas as mulheres santas”. 
Elevando-se na Fumaça

[Versículo 03] Joaquim prostrou-se em atitude de humilde adoração e disse: “Já que fui agraciado com tua visão, vem repousar em minha tenda e abençoar este servo”. Ao que o anjo respondeu: “Não te chames de meu servo, e sim de co-servo, pois ambos estamos na condição de servir ao mesmo Senhor. Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada pelos olhos humanos. Portanto, não é necessário que me convides. Será melhor que ofereças a Deus em holocausto o que me darias de presente”. Então Joaquim pegou um cordeiro sem nenhum defeito e disse ao anjo: “Nunca me teria atrevido a oferecer um holocausto a Deus se teu mandado não me tivesse dado potestade de fazê-lo”. O anjo replicou: “Eu tampouco te convidaria a oferecê-lo se não conhecesse o beneplácito divino”. 
E ocorreu que, quando Joaquim oferecia seu sacrifício, junto com o perfume deste e, por assim dizer, com a fumaça, o anjo elevou-se ao céu. Então Joaquim prostrou a face na terra e ficou deitado desde a sexta hora até a tarde. Quando seus servos e assalariados chegaram por não saber o que aquilo significava, encheram-se de espanto, pensando que ele quisesse suicidar-se. Aproximaram-se e com muito esforço conseguiram levantá-lo do chão. Então ele lhes contou sua visão, e todos, movidos pela admiração e estupor produzidos pelo relato, aconselharam-no que obedecesse sem demora a ordem do anjo e que voltasse depressa para a mulher. 

[Versículo 04] Andaram 30 dias consecutivos e quando já estavam perto, um anjo de Deus apareceu a Ana, que orava, e lhe disse: “Vai até a porta a que chamam Dourada e sai ao encontro de teu marido, porque hoje mesmo ele chegará”. Ela se apressou e foi para lá com suas donzelas. De repente, levantou os olhos e viu Joaquim que chegava com seus rebanhos. Abraçou-se a seu pescoço dizendo: “Há pouco era viúva e já não o sou. Não faz muito era estéril e eis que concebi em minhas entranhas”. [Tiago IV, versículo 04] E, ao chegar Joaquim com seus rebanhos, estava Ana à porta. Ao vê-lo chegar, pôs-se a correr e atirou-se ao seu pescoço dizendo: “Agora vejo que Deus me bendisse copiosamente, pois, sendo viúva, deixo de sê-lo e, sendo estéril, vou conceber em meu ventre”. E Joaquim repousou naquele primeiro dia em sua casa.

[Mateus V, versículo 01] E Maria era a admiração de todo o povo, pois com apenas três anos andava com um passo tão firme, falava com tal perfeição e se entregava com tanto fervor aos louvores divinos que ninguém a tomaria por uma criança, mas sim por uma pessoa adulta. Além disso, era tão assídua na oração como se já tivesse 30 anos. Sua face era resplandecente como a neve e, por isto, apenas se podia olhá-la com dificuldade. O que mulheres adultas nunca foram capazes de executar, esta realizava em sua mais tenra idade. 

Curas Misteriosas 

[Versículo 02] Esta era a norma de vida que impusera: desde a madrugada até a terceira hora, fazia orações, da terceira à nona, ocupava-se de suas tarefas, da nona em diante consumia todo o tempo em oração, até que o anjo do Senhor se mostrava e de cujas mãos recebia alimentos. E assim crescia mais e mais nas vias da oração. Cada dia usava exclusivamente para sua refeição o alimento que lhe vinha das mãos do anjo, repartindo com os pobres aquele que lhe davam os pontífices. Freqüentemente se viam os anjos falando com ela, obsequiando-a com carinho de íntimos amigos. E se algum doente conseguia tocá-la, voltava imediatamente curado para sua casa.Confirmada duas anomalias nas pirâmides do Egito
O projeto ‘futurista’ ScanPyramids utiliza uma mistura de termografia infravermelha, imageamento de radiografia múon, e reconstituição em 3D. Até agora, várias cavidades misteriosas foram descobertas dentro da pirâmide.

O Ministério de Antiguidade Egípcias confirmou a descoberta de duas anomalias dentro da Grande Pirâmide de Quéops, mas não detalhou suas naturezas. O ministério liberou informações limitadas a respeito da descoberta, dizendo que futuros estudos serão feitos para aprender mais sobre as anomalias.

De acordo com uma declaração, uma das anomalias foi descoberta na parte superior do portal do mausoléu piramidal, construído há milhares de anos, e a segunda foi descoberta na face nordeste da pirâmide.



O anúncio coincide com o primeiro aniversário do projeto ScanPyramids, lançado para estudar o interior da pirâmides egípcias, com métodos não invasivos, tais como a detecção por múons (partículas de energia que penetram objetos), termografia infravermelha ou fotogrametria.

Hany Helal, coordenador do projeto, foi citado em uma declaração dizendo: “Durante os próximos períodos, mais pesquisas e estudos serão conduzidos para identificar a natureza e tamanho das anomalias.”
Então, o que seriam estas misteriosas anomalias?

Milhares de anos após estas estruturas majestosas terem sido construídas, as pirâmides permanecem um dos grandes mistérios arqueológicos do planeta. A presença de tais anomalias somente mostra o quão fascinantes e cheias de segredos estas antigas estruturas realmente são.

O ex-Ministro das Antiguidades, Zahi Hawass, falou que o comitê ministerial de supervisão do trabalho científico do projeto ScanPyramida aceitou os resultados obtidos pelos pesquisadores do programa, durante os últimos doze meses. Ele também disse que “a princípio” a extensão do projeto por mais um ano foi aprovada. Contudo, o projeto ainda precisa de uma aprovação final do comitê do Ministério das Antiguidades para proceder com os estudos.

No ano passado, um grupo internacional de pesquisadores anunciou a detecção de uma estranha diferença de temperatura em vários blocos da Grande Pirâmide, indicando a presença algo dentro dela.

E o mistério continua…

 

Encontrada no Egito estranha moeda com efígie de alienígena
Uma moeda que foi supostamente descoberta em casa no Egito parece apontar tese da co-existência de alienígenas com a raça humana séculos atrás, diz ovniólogo.

Uma antiga moeda, que mostra a face do que parece ser um alienígena, teria sido encontrada durante a reforma de uma casa no Egito.

Teriam os alienígenas compartilhado a Terra conosco? É exatamente isto que o site sobre conspiraçãomysteriousearth.net sugere.
O site em questão publicou:

“Um grupo de pessoas que trabalhava na reforma de uma cada no sul do Egito encontrou algumas raras moedas. Elas eram únicas… Até agora ninguém pôde explicar sua origem.”

Contudo, especialistas não validaram que tais moedas sejam reais… e como não há maiores detalhes sobre quem as descobriu e exatamente onde no Egito as moedas foram encontradas, e tampouco fotos das outras moedas, certamente há que se duvidar da autenticidade do caso.

De qualquer forma, já que temos muitos leitores que sempre estão ‘antenados’ a respeito de casos como estes, fica aqui o artigo para discussão na área de comentários.
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20 Mistérios da Humanidade

01. A Arca da Aliança



A Arca é considerada o maior de todos os tesouros escondidos, e sua descoberta iria fornecer uma verdade indiscutível de que o Antigo Testamento é fato concreto. A sua recuperação permanece sendo o objetivo de todo arqueólogo moderno e aventureiro. O seu propósito era conter os dez mandamentos dados por Deus em blocos de pedra à Moisés, no Monte Sinai. De acordo com o livro do Êxodo, a Arca foi feita de madeira de acácia e coberta de ouro por dentro e por fora. Ela foi coberta com um Propiciatório onde foram esculpidos dois querubins de ouro. Acredita-se que possua poderes sobrenaturais devido a uma série de eventos, incluindo causar a morte de um homem que tentou firmar a Arca (quando o transporte de bois cambaleou), derrubar os muros de Jericó em uma batalha e espalhar desgraças sobre os Filisteus depois de a terem capturado.
Na Alemanha nazista, Hitler investiu quantidades absurdas de dinheiro com expedições em busca da arca; ele acreditava que era seria um acumulador energético. De fato, um dos artefatos sagrados bíblicos, a lança do destino (#12) foi parar em seu poder, no entanto, desconhece-se sobre a Arca da Aliança.

Existem várias especulações sobre o lugar onde a Arca descansa. O explorador Vendyl Jones, entre outros, acredita que um artefato encontrado entre os Pergaminhos do Mar Morto, o enigmático Pergaminho de Cobre da Caverna 3, é na verdade um mapa de tesouro que detalha a localização de vários tesouros preciosos tirados to Templo antes da chegada dos Babilônicos, incluindo a Arca da Aliança. Se isso é verdade ou não, ainda não sabemos, pois ninguém pôde achar todos os marcos geográficos listados no pergaminho. É interessante que alguns estudiosos especulam que o Pergaminho de Cobre pode ser o registro ao qual 2 Macabeus 2:1 e 4 se refere e que descreve Jeremias escondendo a Arca. Enquanto essa pode ser uma especulação interessante, ainda permanece sem fundamento.
Uma tradição irlandesa bem duvidável, acredita que a Arca está enterrada sob o Monte de Tara na Irlanda. Alguns estudiosos acreditam que essa é a fonte da lenda irlandesa de “um pote de ouro no fim do arco-íris”. Lendas mais duvidosas ainda são as de Ron Wyatt e Crotser; Wyatt afirmando que já viu a Arca da Aliança enterrada sob o Monte Calvário, e Crotser afirmando que a viu no Monte Pisgah, perto do Monte Nebo. Esses dois homens não têm qualquer credibilidade com a comunidade arqueológica, pois nenhum deles pôde apresentar qualquer evidência para suas teorias. No final das contas, o seu paradeiro ainda permanece um mistério.

02. Efeito 'Missing Time' (Tempo perdido)



“Missing Time” ou “tempo perdido” é o nome que se dá ao fenômeno que algumas pessoas sofrem “perdendo o tempo” de forma absurda. Quando digo absurda não é exagero. O que acontece, segundo relato das vítimas, é que sem nenhuma explicação seus relógios perdem a sincronia com o horário real, e que muitas vezes esta falta de sincronia cronológica de seus aparelhos vem acompanhado de estranhas lembranças. Realmente estranhas...
Não se sabe o que realmente acontece com essas pessoas. Supostamente essas pessoas são transferidas para outros lugares e devolvidas nas mesmas condições em que se encontravam sem nem mesmo ter percebido o que lhe ocorreu.
Diversas explicações foram desenvolvidas para tentar esse fenômeno. Entre as paranormais, a crença maior é que se trata de abduções. As pessoas seriam abduzidas e depois devolvidas no mesmo momento da abdução, como se o tempo não tivesse passado.
A Ciência diz que isso é um distúrbio mental. O que não é claro para os pesquisadores é porque as pessoas modificariam seus relógios e porque isso geraria lembranças, um tanto, digamos, bizarras.
Claro que na internet, dezenas de outras explicações apareceram. Desde a viagem à realidades alternativas até viagem acidentais no tempo, os internautas já arriscaram de tudo para explicar o fenômenos em fóruns especializados.
A maioria dos depoimentos sobre o Efeito Missing Time envolvem ETs e criaturas bizarras. No entanto, nem todas são lembranças estranhas, como no caso de uma senhora chamada pelo codinome “F.” de 64 anos, do estado do Texas, que disse que foi parar em um lugar que desconhecia e que após a descrição descobriram que era Punta del Leste, no Uruguai. O estranho é que a velhinha nunca pisou fora dos EUA a sua vida toda e de uma hora para outra, descreveu em detalhes, a cidade uruguaia, o qual afirma que passou cinco dias e que ficou desesperada por estar perdida e sem dinheiro. A história se torna ainda mais interessante pelo fato que a idosa carregava consigo um relógio de pulso teve sua sincronia alterada. Mas isso não é o pior. Quando foi relatar ao marido, a mulher estava imunda e desidratada e não fazia dez minutos que ele havia avisado que iria no quintal da casa arrumar sua pequena horta. Ou seja, nesses dez minutos que ambos estiveram separados, a mulher ficou imunda e desidradata. O testemunho da mulher ainda relata que, dado o estado em que se encontrava, foi encaminhada para o hospital e após dizer aos médicos o que havia ocorrido, decidiram que seria o caso de internação psiquiátrica. Passou as duas semanas posteriores ao acidente em um hospício até os médicos perceberem que era não tinha qualquer doença mental.
O medo irracional, distúrbios do sono e até mesmo sangramentos, são alguns "efeitos colaterais" que acontecem após o Missing Time, e na maioria das vezes parece não ter nenhum sentido como se fossem sonhos desconexos ou sonhos acordados.
Você pode pensar: “Isso deve ser um caso isolado ou muito raro”. Engana-se. Basta procurar a expressão em inglês “Missing Time” na internet, que você se depara com inúmeros casos, testemunhos e até documentários que tratam do assunto.
E o tema ainda fica mais assustador quando pensamos que isso pode ser um fenômeno natural que ainda desconhecemos. Isso tornaria qualquer uma vítima em potencial, bastaria estar em um ponto do planeta aonde ele vai ocorrer.

03. O incidente de Tunguska


Tunguska é uma região da Sibéria Central (Coordenadas GPS – Latitude / Longitude: 60°53’5.10″N, 101°53’10.53″E) onde, às 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após um raio gigantesco (bola de fogo, em algumas versões) ser visto atravessando o céu. Não foram encontrados vestígios de meteorito ou explosão nuclear, causando uma onda de impacto que devastou toda a região do Lago Baikal (Coordenadas: 53°23’48.06″N, 108°16’45.01″E), afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska.
Na manhã de 30 de junho de 1908, o fazendeiro S. B. Semionov estava sentado na varanda de sua casa, no isolado posto comercial de Vanavara, Sibéria, 750 quilômetros a noroeste do lago Baikal. Eram apenas sete e quinze da manhã, mas o dia já estava bem claro, pois no verão o sol nasce cedo nessa latitude setentrional. Próximo dali, o vizinho de Semiónov, P. P. Kossalopov, estava arrancando pregos de uma janela. Nenhum deles poderia fazer idéia do drama que estavam prestes a presenciar. Um pouco adiante, as árvores entortadas como simples gravetos. Subitamente, Semiónov alarmou-se ao ver, do lado noroeste, uma enorme raio gigantesco/bola de fogo que “cobria grande parte do céu”. O fazendeiro contorceu-se de dor, pois o calor emitido parecia estar queimando sua camisa. O vizinho Kossalopov largou o alicate que estivera usando e levou as mãos às orelhas, que pareciam estar em brasa. Primeiro olhou para o telhado de sua casa, com medo de que estivesse em chamas, depois virou-se para Semiónov. “Você viu alguma coisa?”, perguntou Kossalopov. “Como poderia não ter visto?”, respondeu o apavorado Semiónov, ainda sentindo as queimaduras.
Alguns segundos depois, a cegante bola de fogo/raio gigantesco, de um azul brilhante, arrastando uma coluna de poeira, explodiu 65 quilômetros adiante, com tal força que derrubou Semiónov de sua varanda, deixando-o inconsciente por alguns segundos. Recuperando-se, ele pôde sentir tremores de terra que sacudiam a casa toda, arrancando a porta do celeiro e quebrando vidraças. Na casa de Kossalopov, caiu terra do teto. Ruídos de trovão enchiam o ar. A grande “bola de fogo” siberiana de 1908 foi um acontecimento tão excepcional que provocou uma controvérsia que dura até os dias de hoje. As explicações dadas para o fato atingem o domínio do bizarro, incluindo a hipótese extraordinária de ter sido causada por nada menos que a aterrissagem forçada de uma nave espacial nuclear, talvez mesmo de origem extraterrestre.
Próximo do ponto zero, ao norte de Vanavara, inúmeros nativos foram atirados ao ar pela violenta explosão, e suas tendas, carregadas por um forte vento. Ao redor deles, a floresta começou a arder. Ao inspecionar cautelosamente o local da explosão, os atordoados tunguses encontraram terríveis cenas de devastação. Árvores haviam sido derrubadas como palitos de fósforos numa área de 30 quilômetros em torno. O intenso calor fundira objetos metálicos, destruíra depósitos e queimara muitas renas, matando-as. Nenhum animal da área sobreviveu, mas, milagrosamente, nenhum ser humano foi morto. Houve também relatos de uma misteriosa “chuva negra”. Os efeitos da explosão de Tunguska foram ouvidos e sentidos a 1000 quilômetros ao seu redor. Testemunhas do distrito de Kansk, a 600 quilômetros dali, disseram que alguns pescadores foram atirados ao rio e cavalos foram derrubados por ondas de impacto, enquanto as casas tremiam e objetos caíam das prateleiras. O condutor do trem expresso Transiberiano parou a composição com medo de um descarrilamento, quando os vagões e a locomotiva começaram a tremer. Outros efeitos foram notados pelo mundo inteiro, mas sua causa permaneceu desconhecida por muito tempo, pois as notícias sobre a bola de fogo e a explosão foram pouco difundidas durante muitos anos.
Ondas sísmicas como as de um terremoto foram registradas em toda a Europa, assim como perturbações no campo magnético da Terra. Os meteorologistas notaram que ondas de choque atmosférico da explosão circularam a Terra duas vezes. Calcula-se que a explosão de Tunguska foi equivalente a 500 bombas atômicas como a de Hiroshima, arrasando 2.200 quilômetros quadrados de florestas.
Mais tarde foi descoberto que no dia anterior ao incidente, Tesla havia testado sua teoria sobre ser possível transmitir eletricidade pelo ar, através da sua enorme antena construída para o experimento, invento que ficou conhecido como “Raio da Morte” após as suspeitas de que Tesla tenha sido o responsável pelo evento de Tunguska. Essa tecnologia foi comprada pela a empresa JP Morgan e hoje pertence aos EUA, o que leva a suspeita do Projeto HAARP ser o fruto da imaginação de Tesla

04. Vimanas


Uma vimana é um veículo voador mitológico, descrito na literatura antiga da Índia. Referências a veículos voadores são comuns nos textos antigos indianos, que, inclusive, descrevem seus usos na arte da guerra. Independentemente de serem capazes de voar na atmosfera terrestre, consta que as vimanas também viajam pelo espaço e sob a água. Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente falam de vimanas de várias formas e tamanhos:

* Nos Vedas: o sol e várias outras divindades são levadas em suas peregrinações por carruagens voadoras, com rodas, puxadas por animais, geralmente cavalos (já a carruagem do deus védico Puchan, é puxada por bodes)
* O “agnihotra-vimana”, com dois motores (?). (Agni significa fogo em sânscrito).
* O “gaja-vimana”, com mais motores (?) (Gaja significa elefante em sânscrito).
* Outros tipos, com denominações baseadas em animais, como o martim-pescador, o Íbis, e outros animais.

Alguns ufólogos modernos atribuem às vimana evidências de civilizações tecnologicamente avançadas do passado, e da Teoria dos astronautas antigos. Outros estabeleceram ligações das máquinas voadoras com a lenda dos Nove Homens Desconhecidos. David Hatcher Childress fala sobre elas em seu livro “Vimana Aircraft of Ancient India & Atlantis” (Vimana – Aeronáutica da Índia Antiga e da Atlântida), citando também alguns de seus livros anteriores, como “Lost Cities of China, Central Asia & India” (Cidades Perdidas da China, Índia e Ásia Central).

Etimologia e uso

A palavra origina-se do sânscrito e parece ser vi-mana = “separado — mensurado”. O significado da palavra parece ter sido modificado nesta sequência:
* Uma área de terra medida e separada para ser usada para fins sagrados.
* Templo.
* O palácio de um deus.
* No Ramayana : o palácio voador de R?vana, chamado de Pushpaka.
* Em escritos indianos recentes: outros veículos voadores, e às vezes vim?na é usada como um termo poético para fazer referência a veículos comuns terrestres.
Outros significados:
* Na maioria das línguas indianas modernas, a palavra vimana significa uma aeronave comum, real.
* As torres piramidais características dos templos do sul da Índia chamam-se “Vimanams”.
* O livro budista Vimanavatthu (Histórias de Vimanas, em Pali) usa a palavra “vimana” com um significado diferente: “um pequeno trecho de um texto usado como inspiração para um sermão budista”.


05. A Frota fantasma de Cingapura



São centenas de navios. Sem explicação, estas enormes embarcações estão superlotando os mares de Cingapura, sem nenhuma razão os navios apareceram aos poucos e permanecem lá até hoje e o numero só vem aumentando. Nenhuma tripulação é encontrada, os navios aparecem e ficam abandonados sem que ninguém saiba o motivo ou para onde foram seus tripulantes, muitas são as especulações: o sobrenatural, abandono e até mesmo motivos políticos ou econômicos pelo fato do local ser um perfeito estaleiro pois não paga estadia e a manutenção é barata sem falar que fica em um ponto estratégico, próximo aos mares e portos da Ásia.
Muitas histórias são contadas pelos navegadores, que dizem que ao passar pelas embarcações, ouvem-se vozes de marinheiros nos navios, apesar deles permanecem lá sem nenhuma alma viva pra fazer qualquer ruído.
Outra versão é a do Daily Mail do Reino Unido, que diz o seguinte: "A 'frota fantasma' uma enorme e misteriosa frota de navios tinha aparecido na costa de Cingapura. O número de navios é maior do que a soma dos navios dos EUA e da marinha britânica. No entanto, não havia qualquer pessoas ou carga nos navios. Alguns arriscam uma explicação e dizem que eles foram deixados aqui por agências de navegação à falência em crise econômica global."
O aparecimento das embarcações no local continua um mistério.

06. Lágrimas do Muro das Lamentações


Em julho de 2002, águas em forma de lágrimas começaram a escorrer de uma pedra de orações no famoso Muro das Lamentações em Jerusalém. Um grupo de arqueólogos afirmaram que era secreção das plantas, mas não encontram água nas mesmas em uma pesquisa posterior.
O mistério das lágrimas que vertem do muro continuam sem qualquer explicação científica, os fiéis acreditam que seja um milagre.

07. Bebê Alien do México


Em maio de 2007, no México, um fazendeiro encontrou um suposto bebê alien preso em uma armadilha. Segundo o fazendeiro que descobriu a criatura, Marao Lopes, havia mais de uma, que correram quando ele se aproximou. Marao teria conseguido capturar o ser que se encontrava preso em uma armadilha para ratos.
A propriedade de Marao Lopes fica em Metepec, subúrbio de Toluca. Não há natureza selvagem nas proximidades tornando o achado ainda mais estranho.
A criatura estava viva, assustada e gritando. Um grupo pequeno de homens levaram-na para o rancho. Eles ficaram impressionados com o que viram e tiraram várias fotos. Após cerca de 3 dias eles decidiram matar a criatura e preservá-la. Submergiram-na em água por alguns minutos, mas a criatura não morreu, tentaram de novo por vários minutos, mas ela ainda estava viva, então a deixaram submersa por várias horas e ela finalmente morreu. Sua habilidade em resistir ao afogamento levantou suspeitas de que fosse anfíbia.

Por volta de Abril de 2009, Jaime levou o espécime para o Dr. Jesus Higuera, chefe do Departamento de Imagem do Instituto de Nutrição Mexicano. Lá o corpo passou por uma tomografia 3D computadorizada para um completo exame interno. Jaime disse que o Dr. Higuera ficou “absolutamente impressionado”. Comparado ao crânio a parte posterior da criatura era maior e mais sofisticada do que qualquer criatura conhecida. O cientista concluiu que não se tratava de um primata e que não havia explicação para o espécime que provavelmente seria uma espécie nova.
A história ganhou uma conotação ainda mais estranha graças a misteriosa morte de Marao Lopes, poucos meses após trazer à tona a captura do cadáver supostamente alienígena.
Marao foi encontrado carbonizado dentro de seu carro, num acostamento ao lado de uma rodovia. Segundo as investigações, o fogo teria atingindo uma temperatura incomum em casos de incêndios automobilísticos. A população local acredita que o fogo que destruiu o carro e matou Marao Lopes seria proveniente de uma espécie de represália alienígena contra o homem que matou um deles. O assunto é controverso, embora todos concordem que a morte de Marao tenha claros indícios de assassinato.
O México é um dos países com mais casos envolvendo OVNIs. A média chega a impressionantes 366 casos por ano. Praticamente um avistamento bizarro por dia.

08. Pegadas do diabo



Na área próxima a Devon, em fevereiro de 1855, uma série de pegadas estranhas apareceu na neve, depois de uma pesada tempestade. Elas tinham a forma de cascos e seguiam em linha reta por um percurso inacreditável de 160 quilômetros, basicamente em linha reta – sem desviar de rios congelados, casas e qualquer outro obstáculo. Seja lá que criatura foi, ela caminhou em linha reta, pelos lados de paredes e telhados. Também surgiram boatos de que uma criatura parecida “com o demônio” havia sido avistada. Os cidadãos se armaram para enfrentar a criatura, mas não encontraram nada. Recentemente, em março de 2009, marcas como aquelas foram encontradas novamente em Devon – você pode vê-las nas fotos acima.
Mais umas vez todos ficam perplexos, que criatura seria aquela que tinha patas em forma de ferradura, conseguia andar quilômetros no meio da nevasca, além de conseguir pular sobre muros com mais de seis metros de altura? Lideres religiosos começaram a falar em suas reuniões que aquilo se tratava das pegadas do próprio Diabo. Com publicações nada concretas de cientistas sobre o caso, a história gerou um tipo de histeria coletiva na região. Embora dezenas de teorias tenham sido apresentadas, ninguém conseguiu entender ou provar o que teria acontecido realmente naquele local. Seriam essas, pegadas do Demônio de Jersey?

09. Overtoun Bridge - A ponte dos cães suicidas


A Ponte Overtoun é uma ponte em forma de arco localizada perto de Milton, em Dumbarton, na Escócia, que foi construída em 1859. Tornou-se famosa pelo número de casos inexplicáveis de cães que aparentemente, cometerem suicídio saltando fora dela. Os incidentes foram registrados por volta dos anos 1950 ou 1960, quando foi constatado que os cães – geralmente da raça de nariz comprido, como Collies – de repente e inesperadamente saltavam da ponte e caiam cinquenta metros, para a morte. Em alguns casos, porém, os cães poderiam sobreviver se recuperar, e depois saltar fora da ponte novamente. O que torna este mistério trágico ainda mais misterioso é que muitos dos cães que saltam de Overton pulavam da ponte sempre do mesmo lado.
Alguns acreditam que a ponte é mal-assombrada. Em 1994, um homem atirou seu filho bebê para fora da ponte, afirmando que era o anticristo. Foi a ponte de Overtoun responsável por estes trágicos acontecimentos? Alguns acreditam que Overtoun Bridge é um “lugar de transição”, onde as barreiras entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos se encontram, e por vezes cruzam-se.

10. Shanti Devi

Shanti Devi (Delhi, India, 11 de dezembro de 1926 – 27 de dezembro de 1987). Foi uma criança que apontou para uma série de atividades que caracterizavam uma realização de reencarnação.
De acordo com os acontecimentos, quando ela tinha quatro anos de idade, disse a seus pais que a sua verdadeira casa era em Mathura onde viveu com seu marido, acerca de 145 milhas de sua casa em Nova Deli. Desaprovada pelo pais, ela fugiu de casa aos seis anos de idade, tentando chegar Mathura. De volta para casa, na escola, ela declarou que ela era casada e morreu 10 dias depois de ter dado à luz a uma criança. Entrevistado por seu professor e diretor, ela usou palavras do dialeto Mathura e teria divulgado o nome de seu marido, o comerciante "Kedar Nath". O diretor localizou um comerciante por esse nome em Mathura que perdeu sua esposa, que se chamava Lugdi Devi, nove anos antes, dez dias depois de ter dado à luz a está. Kedar Nath viajou para Delhi, fingindo ser seu próprio irmão, mas Shanti Devi o reconheceu. Ela sabia vários detalhes da vida de Kedar Nath com sua esposa, que logo foi convencido de que Shanti era realmente a reencarnação de Lugdi Devi.
Vale ressaltar que o conceito de reencarnação está presente nas mais diversas religiões; e que esteve presente inclusive na religião Católica, até que foi removida da bíblia por ordem da rainha Eudóxia, a qual tinha medo de nascer reencarnada como escrava. Seria Shanti Devi a prova real de reencarnação?

11. Astronauta da catedral de Salamanca


A foto que você está vendo acima não seria nada demais se não fosse por um pequeno detalhe: Está localizada em uma catedral e que foi construida antes mesmo de sequer existirem astronautas. A construção da nova catedral de Salamanca (esse nome me lembrou de Breaking Bad, hehe) foi iniciada em 1513, mas somente em 1733 é que ela foi consagrada. No entanto, misteriosamente, lá se encontra esculpida essa imagem de um astronauta, vestindo capacete e tudo o mais necessário para viagem espacial que somente se realizaria mais de dois séculos depois.
Quando a história se espalhou, a explicação encontrada foi a de que ele teria sido esculpido na restauração da igreja realizada em 1992 por Jerónimo García e que representa os avanços da ciência no século XX. O problema é que apesar de afirmarem isso para tentar desmistificar, esqueceram de falar também que essa teoria é apenas outra especulação e que não há nada confirmado por qualquer escultor, que de fato ela tenha sido feita na reforma. Ou seja, teorias do lado dos que acreditam e teoria do lado dos que não acreditam. Outro fato interessante é que em 2010 alguém tentou remover essa escultura, conseguindo arrancar o braço direito dela. Vai saber, né.

12. A Lança do Destino (Lança de Longino)



A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus perfurar o lado de Jesus Cristo durante a crucificação.
A lança só é mencionada no Evangelho de João (19:31-36), e em nenhum dos Evangelhos sinópticos. O Evangelho declara que os Romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto, e portanto não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (fora da tradição bíblica chamado de Longino) furou-lhe de lado.
Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada em Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou. Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava a moral cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente – milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo da batalha.
Reza a lenda que quem possuir a lança será invencível, sendo capaz das maiores proezas, entre elas dominar o mundo. Hitler - um grande ocultista, como já vimos em outras matérias no z33 - sabendo disso, empenhou esforços para encontrá-la, e conseguiu. Curiosamente, o inicio da sua derrota data justamente ao ataque a um dos seus castelos, quando por sorte (ajuda divina ou o que quer que tenha sido) os americanos capturaram a lança. Dizem que ela se encontra em poder do governo estadunidense até hoje.

13. Máquina de Anticítera


No ano de 1901 um estranho e impressionante artefato mecânico foi descoberto, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Antikythera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.
O mecanismo foi examinado em 1902, e estava em vários pedaços. Havia rodas dentadas de diferentes tamanhos com dentes triangulares cortados de forma precisa. O artefato parecia um relógio, mas isso era pouco provável porque se acreditava que relógios mecânicos só passaram a ser usados amplamente uns 700 anos atrás
Em 1958, o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Também percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário - dias, meses e signos do zodíaco. O professor supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda dentada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar. Se uma outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.
Michael Wright, curador do Museu de Ciência de Londres, descobriu em 2 000 que a máquina também poderia localizar as posições celestes de Mercúrio e Vênus. O mistério por trás desse objeto é: De onde teria vindo o conhecimento e a tecnologia para a construção de um equipamento tão sofisticado em uma época onde não existiam recursos técnicos e científicos para tal evento?
Teria alguma "Ajuda" incomum por trás do surgimento da misteriosa "
Máquina de Anticítera"?

14. Fonte Magna


Uma tigela de pedra, encontrada na Bolívia, que contém inscrições semelhantes às de relíquias mesopotâmicas de 3500 a.C. Esse objeto, que foi batizado de Fuente Magna, pode ser uma incrível descoberta arqueológica - ou talvez uma incrível fraude.
A Fuente Magna foi encontrada em uma fazenda às margens do Lago Titicaca, a 80 Km da capital boliviana La Paz. Os pesquisadores Bernardo Yacovazzo e Freddy Arce, de uma ONG local, examinaram o objeto e concluíram que o objeto trazia inscrições em alfabeto cuneiforme e provavelmente era datado do período sumério. Eles sustentam que os sumérios podem ter estado nos Andes há milhares de anos, mas essa teoria é considerada um delírio pela grande maioria da comunidade científica
Tudo o que se sabe sobre este objeto é muito recente. Ele esteve sob posse de uma família que o entregou à prefeitura de La Paz em troca de uma propriedade nos arredores da capital, de acordo com os registros do arquivo do Museu de Metais Preciosos.
No ano 2000, pesquisadores de várias áreas realizaram uma análise detalhada da Fonte Magna. Eles atribuíram sua origem às cerimônias religiosas destinadas à purificação nas primeiras civilizações humanas. Contudo, o fato que mais intriga os pesquisadores é tentar entender como que inscrições sumérias em um vaso poderiam ter sido encontradas próximo do Lago Titicaca, a 3800 metros acima do mar, sendo que havia um oceano no meio destas civilizações?
Seria esta a prova de que havia contato entre as civilizações da Antiguidade? Ou poderia ter existido algum outro tipo de civilização com características tanto sumérias quando andinas? Diante destas perguntas, florescem as hipóteses de que realmente havia viagens intercontinentais muito anteriores àquelas realizadas pela civilização europeia. Isso é o motivo pelo qual torna incrível essa descoberta (se for verdadeira).

15. Bateria de Bagdá


A bateria é feita de um pequeno vaso de argila no qual reside um tubo de chapa de cobre, com diâmetro aproximado de 2,5 cm por 10 cm de comprimento; sua base é selada por um disco de cobre, de seu interior projeta-se uma barra de ferro, aparentemente corroída por ácido, com uma tampa de betume.
O mistério por trás desse artefato é: "para que alguém iria querer uma bateria elétrica na Bagdá de 2.000 anos atrás?". Ainda não sabemos a resposta, mas o fato é que um instrumento capaz de gerar energia foi encontrado em 1936, numa ruína próxima à capital do Iraque (daí o nome do objeto). O arqueólogo alemão Wilhem Konig percebeu que o objeto estava corroído por uma substância ácida e concluiu que aquilo era uma pilha rudimentar.
Em 1940, o engenheiro americano Willard Gray construiu uma réplica da pilha de Bagdá e, usando uma solução de sulfato de cobre, conseguiu gerar cerca de meio volt de eletricidade. Nos anos 70, o egiptólogo alemão Arne Eggebrecht fez a bateria funcionar melhor ainda com um ingrediente abundante na antiga Mesopotâmia: com suco de uva, a pilha produziu 0,87 volt de energia. Uma das hipóteses para o uso da pilha é a medicina – os gregos antigos, por exemplo, usavam peixes elétricos como analgésico. Mas a corrente gerada é pequena demais. Outra possibilidade é a aplicação da energia para galvanizar metais na ourivesaria. De qualquer forma, o real propósito da bateria continua um mistério.

16. Agartha e Shambala

Muitas pessoas (bem como os nazistas que estavam à procura dela) acreditam na existência de uma civilização avançada tecnologicamente e espiritualmente que vive em um mundo subterrâneo, dentro das partes ocas da Terra. Um desses mundos subterrâneos se chama Agartha. A capital de Agartha é Shambala. E Shambala é parte de uma grande tradição de origem bon-po, budista tibetana e tântrica. Segundo a tradição de Agartha, existem sete entradas no Planeta que dão acesso a este misterioso mundo habitado por seres altamente desenvolvidos. Das sete entradas, três estão perto de nós: As Cataratas do Iguaçu – é uma delas. A segunda entrada para o mundo de Agartha está no Mato Grosso. E a terceira em Manaus.
No entanto, Shambala, não deve ser necessariamente entendida como um reino subterrâneo, no imaginário do budismo e do hinduísmo, dentre outros, acha-se associada ao axis mundi, ou eixo primordia mitológico de um povo ou cultura, sendo uma das oito cidades sagradas localizadas na quarta dimensão (ou seja, o termo de ser uma cidade dentro da terra seria apenas uma metáfora), como entende a tradição ocultista, baseada principalmente em textos do hinduismo, budismo e taoismo.

17. Martelo de Kingoodie - O martelo de 400 milhões de anos


Um curioso objeto descoberto no século XIX intrigou muitos pesquisadores em meados dos anos 1980. Trata-se de um martelo rudimentar, encontrado pelo renomado cientista David Brewster, na cidade de Kingoodie, na Escócia. Até os dias de hoje ninguém conseguiu explicar todas as perguntas levantadas a seu respeito. Brewster estava estudando fósseis no ano de 1844, quando descobriu o objeto, que havia sido levado para análise imediatamente. De acordo com as datações iniciais, que eram muito imprecisas na época, eles concluíram que a ferramenta havia sido produzido na Idade de Pedra.
Mas o objeto voltou à ser assunto para a arqueologia no ano de 1985, quando uma nova datação revelou algo impressionante. A análise realizada por pesquisadores do Centro Britânico de Pesquisas Geológicas estimou a idade do martelo em algo construído no período Devoniano, que abrange 360 a 410 milhões de anos atrás. Algo ou alguém está errado nessa história.
Teoricamente, sabemos que nessa época a Terra era povoada por animais marinhos primitivos. Somente cerca de 300 milhões de anos depois que os primeiros dinossauros surgiram (no período Jurássico), portanto a maioria dos cientistas considera um absurdo haver uma civilização humana nesse período. Alguns pesquisadores acreditam que o objeto foi contaminado desde que foi descoberto, e quando analisado recentemente, a datação se tornou muito imprecisa. Outras teorias afirmam que uma civilização viveu nos primórdios da Terra, mas foi extinta. Outros dizem que extraterrestres vieram até aqui e esquecerem um martelo, mas convenhamos que o objeto é muito rudimentar para uma civilização super-avançada tê-lo feito

18. Prato de Lolladoff - O prato de 12.000 anos



Esta placa chamada "Prato de Lolladoff" é um prato de pedra com 12.000 anos de idade (10.000 antes de cristo), encontrada no Nepal. Isso mostra claramente um disco em forma de OVNI. Há também uma figura no disco semelhante a um alien Gray como conhecemos. Os desenhos, bem como os hieróglifos, encontram-se dentro de uma espiral.
A espiral é uma forma geométrica encontrada em muitos lugares em toda a natureza, em muitas culturas antigas é retratado e deu um grande significado. Duas das formas mais populares em espiral no entanto nem sempre circular ou curva em forma são a espiral de Fibonacci e espiral de Ouro. A espiral também está bem representada através da geometria sagrada. A espiral tem muitos mistérios, e sua forma é universal, sua descrição constante nos textos antigos, fotos e simbologia é obviamente de grande importância.
Esse disco é considerado por muitos como uma prova de que nosso planeta vem sendo visitado por civilizações alienígenas. Existem apenas 3 fotos deste prato que correm pela internet. Dizem que atualmente ele está guardado em um dos museus de Berlim

19. O caso das Máscaras de Chumbo


Um jovem chamado Jorge da Costa Alves, 18 anos, à época empinava pipa no Morro do Vintém, em Niterói, Rio de Janeiro, quando encontrou os corpos de dois homens. Eles trajavam ternos e capas impermeáveis. Não havia sinais de violência nos corpos ou na área próxima. Perto dos corpos, a polícia encontrou uma garrafa de água vazia e um pacote com duas toalhas. O que realmente chamou a atenção das pessoas foram as máscaras de chumbo usadas pelos dois homens. Eram máscaras usadas tipicamente para proteção contra radiação, daí o nome do incidente. Para complicar as coisas ainda mais, a polícia achou um bloco de anotações com símbolos e números (notadamente códigos de referência para válvulas eletrônicas) e também uma carta em que estava escrito: "16:30 estar no local determinado. 18:30 ingerir cápsulas, após efeito proteger metais aguardar sinal máscara".
Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a polícia para informar que viram um disco voador no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos.
Nenhum ferimento aparente foi encontrado na autópsia, contudo, uma investigação de substâncias tóxicas nos órgãos internos foi impossível pois os mesmos não foram conservados adequadamente. O caso continua um mistério.

20. Incidente de Dyatlov Pass


Incidente do Passo Dyatlov foi um evento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.
A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que o esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. Nenhum dos corpos se encontrava suficientemente agasalhado. A maioria estava descalça, usando apenas cuecas, ou usando o que pareciam ser tiras de roupas removidas dos que haviam morrido primeiro.
As autoridades soviéticas determinaram que uma "força incontrolável desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.
Gigantes da Antiguidade
Muito se fala sobre a possibilidade de ter existido na Terra uma raça de gigantes, e este é mais um artigo sobre o assunto que foi publicado na Internet:

Histórias de gigantes vivendo em paz e completa harmonia com a natureza têm tocado os nossos ouvidos há séculos. Mas quem sabia que estas histórias eram baseadas em eventos reais com gigantes da antiguidade que uma vez reinavam nas terra ao redor das Montanhas Carpáticas?

Por volta de 3.500 AC, uma civilização enigmática chamada de ‘Os Agathyres’, pertencente à tribo Scythiana, construiu sistemas de tuneis subterrâneos, hoje conhecidos como a Galeria Hiperboreana.

Tudo que havia sido escondido da vista por milhares de anos foi desenterrado na década de 1970 por um grupo de arqueólogos em Rosia Montana, Romênia.

A série de descobertas feitas naquelas galerias subterrâneas e na vizinhança do local de escavação é de tamanha magnitude, que pode desafiar o conteúdo de todos os nossos livros de história.

Os arqueólogos desenterraram lápides únicas, com composição química surpreendente: ouro, granito, e tungstênio, diferentemente das lápides ordinárias feitas de rocha composta.

Mas a maior descoberta na galeria subterrânea foram os restos de esqueletos de humanoides com 10 metros de altura.

Aparentemente, as lendas locais sobre seres da antiguidade não estavam muito longe da verdade, já que as pessoas compartilham estes contos com pouca diferença de região para região.

A maioria das lendas falam sobre gigantes que fizeram casas dentro das montanhas, e foram a fonte de muitos avistamentos anormais naquelas terras.

Um bom exemplo é a formação montanhosa chamada de Pilares de Tainita, que é bem como um jogo de cadeiras, o qual acreditava-se terem sido levantados por gigantes, para servirem como assentos nas suas reuniões do conselho.

Uma lenda fascinante envolvendo um ato de criação por gigantes conta que há séculos, no topo da montanha no Condado Hateg, duas cidades foram construídas por mulheres gigantes.
Uma das fotos de um esqueleto gigante que sobreviveu. Ele foi desenterrado numa mina de outro na Rosia Montana, Romênia, em 13 de dezembro de 1976. Ele mede 10 metros de altura.
Após elas terem completado a construção de suas cidades, uma das gigantes ficou com ciúmes dos feitos mais bonitos da outra e, no meio de sua fúria, jogou uma imensa rocha naquela cidade, criando um enorme buraco na montanha, assim dando o nome da Montanha Decepada.

Por toda a Romênia, muitos outros esqueletos gigantes têm sido encontrados e escavados por todo o século passado. Na década de 1940, uma escavação em massa revelou 80 esqueletos humanoides que mediam aproximadamente 5 metros de altura.

Um outro local da Romênia, chamado de Floresta de Oncesti, é o lar de supostos gigantes, como descrito no folclore.

Em 1989, 20 restos de esqueletos gigantes foram encontrados na cidade de Lebada, Pantelimon.

As montanhas da Romênia são famosas no mundo todo pela descoberta acidental de uma rede de túneis secretos abaixo das Montanhas Bucegi.

Embora muitos esqueletos gigantes tenham sido exumados em vários lugares da Romênia num curto período de tempo, muitas destas descobertas alegadamente foram destruídas ou simplesmente perdidas.

Podemos somente esperar que mais gigantes adormecidos esperam para ser trazidos à luz, já que a Romênia parece ter um folclore enormemente rico, o qual fica cada vez mais real com cada descoberta feita por aqueles que procuram desvendar a história proibida da humanidade.

Há outras cidades perdidas de gigantes similares por todo o mundo. Uma evidência muito similar foi encontrada por arqueólogos no Equador, num grande complexo de pirâmides dentro da Amazônia. Assim, está claro que estes gigantes podem ser encontrados por todo o globo.

Até agora, de todos os lugares de nosso planeta, a Romênia é um grande centro de evidências sólidas que apontam para uma raça de gigantes similares aos humanos, os quais viveram nestas partes por gerações, muito antes da ascensão do homem, e provavelmente muito tempo depois.

Não está claro se os gigantes coexistiram com os humanos de tamanho médio, ou se somos descendentes de uma linha há muito esquecida de tais colossais criaturas.

Seja qual for o caso, as escavações anômalas feitas na Romênia certamente deixam muitas questões ainda sem respostas.

A origem extraterrestre do Punhal de Tutancâmon
O punhal de Tutancâmon é extraterrestre. O ferro vem de um meteorito.
Um grupo de investigadores internacionais da Itália e do Egito publicaram um artigo na revista ‘Meteoritics and Planetary Science’ que deliciou os aficionados em egiptologia. Os cientistas afirmam que um dos punhais encontrados junto à tumba do jovem faraó Tutancâmon é de procedência extraterrestre. O material utilizado para sua fabricação vem de um meteorito.

Os antigos egípcios consideravam o ferro um metal mais valioso do que o ouro, já que não dispunham de minas e não haviam desenvolvido uma cultura de tratamento deste metal, como em outras culturas antigas. A origem do ferro da lâmina dos punhais era um enigma desde que os descobriram na tumba do faraó, no ano de 1022.

Através de uma análise utilizando a técnica de fluorescência com raios-X, a equipe internacional de investigadores confirmou que a composição do ferro dos punhais possui concentrações distintas de cobalto e níquel, se assemelhando mais ao ferro procedente dos meteoritos.
Evidências sobre os gigantes que caminharam pela Terra na Antiguidade
Aqui está uma série de evidências de que no passado gigantes viveram na Terra.

Se você está procurando por evidência que respalde a existência de seres gigantes, não precisa olhar em outros lugares. Neste artigo estão compilados 15 relatórios – alguns deles datando de centenas de anos – onde jornais escrevem sobre esqueletos gigantes que poderiam ter alterado o curso da história.

Você pensaria que as descobertas de esqueletos gigantes seriam algo extremamente bem controlado e não acabariam aparecendo em jornais, principalmente porque a ideia de que gigantes caminhavam na Terra no passado é algo que os estudiosos de hoje firmemente se opõem.

Chame isto de história proibida, ou seja lá o que queira, no Século XXI, a corrente principal de estudiosos acredita que lendas e textos antigos sobre gigantes são puro mito e que não há evidência para respaldar estas alegações. Porém, se olharmos para um par de décadas atrás, descobriremos que jornais como o New York Times, San Antonio Express, The Sun, e até mesmo a revista Popular Science já reportaram descobertas de misteriosos esqueletos que não eram de origem humana. Aonde foram parar esses esqueletos é um mistério, e ainda um mistério maior do porquê da corrente principal de estudiosos ter decidido ignorar tais descobertas.

Lendas e escritas antigas relatam sobre seres gigantes habitando a Terra no passado distante. De forma interessante, estas histórias ocorrem em quase todas as culturas e civilizações antigas. Podemos encontrar casos em muitas mitologias do mundo antigo: Grega, Nórdica, Germânica, Indiana, Indo-Européia, como também no Novo Mundo, como nas tradições Maia, Asteca e Inca; mas mais especialmente em quase todos os principais livros sagrados da antiguidade: Lebhar Gabhale, Ramayana Hindu e a Bíblia.

Restos de esqueletos gigantes têm sido encontrados nos estados de Minnesota, Iowa, Illinois, Ohio, Kentucky e Nova Iorque, mas isto é somente nos Estados Unidos. A verdade é que ao redor de todo mundo, da Europa à Ásia e África, descobertas foram feitas, as quais contradizem tudo que temos sido ensinados na escola.

Toda a vez que alguém menciona a possível descoberta de ‘esqueletos gigantes’, a noção de História e Arqueologia Proibidas é levantada. Porém, nem tudo é proibido, e nem tudo é falso quando se fala da existência de seres gigantes.

Ao procurarmos por relatórios da existência de esqueletos gigantes, para a nossa surpresa, podemos encontrar muitos artigos falando sobre isto.

Veja abaixo recortes de jornais dos Estados Unidos, noticiando a descoberta de ossos e esqueletos de humanoides gigantes. Infelizmente, não tenho tempo hábil para traduzir os artigos publicados nos recortes, mas mesmo quem não tem domínio da língua inglesa pode ter uma ideia geral da veracidade dos fatos:
Akhenaton : O faraó alienígena do antigo Egito
Textos antigos descrevem uma época na história do antigo Egito, conhecida como era pré-dinástica, onde ‘deuses’ reinaram no Egito por centenas de anos. Akhenaton poderia facilmente ter sido um faraó egípcio que pertenceu a esse período. Alguns teóricos do Alienígena da Antiguidade interpretam seu crânio alongado como sendo um sinal de herança extraterrestre.

O antigo Egito possui uma das mais incríveis histórias do planeta. Não somente são suas espetaculares realizações arquiteturais notáveis, mas também seu incrível conhecimento nas diferentes ciências é um detalhe impressionante compartilhado por somente poucas outras civilizações antigas ao redor do globo.

Contudo, as pirâmides de Gizé e a grande majestosa Esfinge não são os únicos mistérios que cercam a civilização egípcia antiga. Seus imperadores pertencem à uma lista de detalhes mais enigmáticos da civilização do antigo Egito, e um desses faraós se sobressai do restante: Akhenaton.



Akhenaton , que foi conhecido antes do quinto ano de seu reinado como Amenófis IV, foi um faraó da Décima Oitava Dinastia do Egito, que reinou por 17 anos. Ele era o pai de Tutancâmon, um dos mais famosos faraós egípcios. Muitos consideram Amenófis como um dos maiores e mais influentes inovador religioso do mundo. Muitos o consideram como o primeiro monoteísta em toda a história, um precursor de Abraão, Isaac, Jacó e Maomé, como profetas que adoram um Deus.

Porém, antes de Akhenaton , muitos faraós estranhos reinaram no antigo Egito.
Um dos textos da antiguidade mais importantes que pode nos contar mais sobre esta época na história é o Papiro de Turim, que relaciona todos os faraós que reinaram no antigo Egito.
Não somente esta relação inclui todos os faraós ‘oficiais’ do antigo Egito, mas também inclui as divindades ou ‘deuses’ que vieram de cima e reinaram sobre as terras do Egito antes do primeiro faraó mortal do Egito, com uma linhagem que vai por mais de 13.000 anos. Este é o grande enigma porque os estudiosos convencionais consideram este texto antigo como puro mito, e porque a maioria dos detalhes do texto antigo foram negligenciados e omitidos dos livros de história.
“Eles parecem não ter ancestrais ou período de desenvolvimento; eles parecem ter aparecido da noite para o dia” – Egiptólogo inglês, Toby Wilkinson.
O Epitáfio de Pedra de Palermo é outro texto antigo que menciona os misteriosos imperadores do Egito pré-dinástico.

Este antigo epitáfio de pedra até mesmo faz referência ao deus egípcio Horus, sugerindo que ele tenha sido um rei físico do antigo Egito há milhares de anos. Dizem também que outro deus egípcio, Thoth, reinou sobre as terras do antigo Egito de 8670 a 7100 AC. De forma interessante, o alto sacerdote egípcio, Manetho, que tinha acesso a um número ilimitado de textos antigos da antiga biblioteca de Alexandria, e que escreveu para o faraó sobre a história do antigo Egito em 30 volumes, faz referência aos seres divinos que reinaram durante o Egito pré-faraônico.

De acordo com a mitologia egípcia, Akhenaton descendeu dos deuses que chegaram à Terra na época de Zep Tepi, e até hoje as pessoas acreditam que este faraó de fato veio das estrelas. De acordo com os ‘Textos da Pirâmide”, houve um período que emergiu do caos primordial e da maneira que os deuses reinaram na Terra. Esse período é chamado de “Zep Tepi”.

Muitos pesquisadores acreditam que a civilização egípcia antiga originou no ano 36.900 AC, quando ‘deuses’, que vieram dos céus, reinaram sobre a terra dos faraós. Acreditava-se que Akhenaton era um deles. Akhenaton , considerado por muitos como um faraó herético, foi o imperador responsável por levar o Egito na direção de um estilo de vida religioso completamente diferente, tentando reconstruir a religião, se separando do politeísmo tradicional do antigo Egito.

“Há somente um Deus, meu pai. Eu posso me aproximar dele pelo dia, pela noite” – Akhenaton

Akhenaton , ao se tornar faraó, ordenou que toda a iconografia de deuses anteriores fossem removidas. Ele somente permitiu um emblema, que foi um símbolo do Sol, literalmente o disco solar com braços curiosos, ou raios, apontando para baixo.

O Aton, ou comumente referido como o ‘Disco Solar’, era ilustrado nos textos antigos, como sendo uma divindade, e na História de Sinuhe, da 12ª Dinastia, um rei falecido é descrito como se levantando como Deus para os céus, e se unindo com o disco-solar; o corpo divino se unindo ao seu criador.

Por analogia, o termo “Aton prateado” foi algumas vezes usado para se referir à Lua. O Aton solar foi extensivamente adorado como um deus no reino de Amenófis III, quando ele foi representado como um homem com cabeça de falcão, bem como Ra.

Todavia, Akhenaton foi muito mais misterioso, e seu corpo de aparência estranha alimentou teorias, as quais sugerem que ele poderia não ter sido um faraó ordinário, mas sim um líder misterioso que veio do céu.
Apesar de Akhenaton ser bem conhecido devido ao misterioso formato de sua cabeça, a lista de características estranhas é extensa: um crânio alongado, um pescoço longo, olhos enterrados, coxas grossas, dedos longos, joelhos voltados para trás, uma barriga prominente, a qual sugere uma gravidez, e seios como de uma mulher.
A primeira coisa estranha, e em todas as estátuas e representações dele, é seu crânio alongado. Em geral, seu corpo é quase uma mistura feminina e masculina. Isto era, de fato, estranho, já que outros faraós eram representados como figuras fortes e imponentes. Akhenaton , porém, não era representado assim, mas como um ser de aparência estranha e fraca, com uma cabeça muito alongada.

Por que Akhenaton ordenaria as mudanças na iconografia real, para mostrá-lo como um faraó ‘fraco’? Misteriosamente, a esposa de Akhenaton , Nefertiti, também era representada como tendo crânio alongado. Teriam eles alguma anomalia genética que causou isso às suas cabeças e corpos? Há algo mais quanto as origens deste estranho faraó? Seria possível que ele era um ser humano híbrido, com genes de DNA de extraterrestres?
Astronautas ouviram som misterioso no lado escuro da Lua
A tripulação da Apollo 10 recorda ter ouvido uma “estranha música” do espaço enquanto estavam em órbita do outro lado da lua.
O incidente peculiar, que teve ocorreu cerca de dois meses antes do histórico pouso lunar da Apollo 11, foi uma surpresa para os astronautas que chegaram a debater se eles deveriam ou não relatar o que tinham presenciado para a NASA.
Descrito como uma “estranha música de outro mundo que veio pelo módulo de rádio da Apollo”, o áudio anômalo foi captado durante a travessia da sonda pelo lado escuro da lua, onde o sinal de rádio e contato visual com a Terra é perdida por até uma hora.
“Parecia que, você sabe, havia um tipo de música no espaço exterior”, um dos astronautas teria dito. “Você ouviu isso? Isso é um assobio? Whooooooooo! Bem, isso com certeza é uma música estranha!”
O caso misterioso, que permaneceu trancado nos arquivos da NASA até relativamente pouco tempo, é o tema de uma próxima série de TV intitulada “Arquivos Inexplicados da NASA”.
“A lógica me diz que se havia algo ecoando por lá, então havia algo lá”, disse o astronauta Al Worden que voou para a lua como parte da missão Apollo 15 em 1971.
“Se você está atrás da lua e ouve algum ruído estranho em seu rádio, e você sabe que a sintonia está bloqueada a partir da Terra, então o que você poderia possivelmente pensar?”Mistério nos céus de Minas Gerais
Talvez muitos não saibam, mas São Tomé das Letras, em MInas Gerais, é de fato uma cidade cercada de misticismo. Sei o que escrevo porque já estive lá, quando me casei. Abordarei esse assunto noutra postagem, em breve.

Dentre todas as esquisitices que giram em torno da cidade, a mais badalada delas é aparição de "discos voadores" relatada por turistas e também moradores.
Inclusive, existem enormes caravanas de pessoas que frequentemente vão até lá para "conhecerem o Insólito". E este é o tema da matéria de hoje. Primeiramente, veja o video abaixo:


Você ouviu o ruído do vídeo acima e, de cara, concluiu que se trata do barulho de turbinas de um jato? O som foi registrado na última segunda-feira, 18 de janeiro, em São Tomé das Letras, Minas Gerais, e o problema com essa explicação — da aeronave — é que o ruído permaneceu audível por cerca de cinco minutos sem que houvesse interrupção.

Além disso, apesar de o céu estar visivelmente encoberto no momento em que o barulho foi registrado, moradores da localidade afirmaram que nenhum avião foi visto no céu. A cidade, como você sabe, é conhecida pelo misticismo — e por ser palco de inúmeros avistamentos de objetos voadores não identificados.

O som chamou bastante a atenção e, de momento, ainda não existe nenhuma explicação sobre qual poderia ter sido a fonte. E você, caro leitor, tem algum palpite sobre o que pode ter provocado tamanho barulhão?

Homem-Sereia é encontrado na Polônia

Vídeo mostra sereia sendo retirada de lago por homens com roupas de proteção biológica

Este vídeo parece mostrar o momento em que uma sereia (ou homem-sereia) foi puxada para fora de um lago e colocada em uma maca por homens com roupas de proteção biológica

Capturado na Polônia, o filme mostra um grupo de homens trabalhando juntos enquanto parecem retirar um corpo misterioso nas margens de um rio.
Os homens, em seguida, levantam a criatura em certo ponto, na qual um grande rabo de peixe fica claramente visível.
Neste ponto, os homens vestidos de paramédicos colocam uma maca no lugar enquanto os seus colegas com roupa de risco biológico levam o ‘ser’ até eles.
Os homens vestidos como paramédicos então levam a sereia para um local desconhecido. Até o momento ninguém ouviu nada do incidente ou relatou mais informações as autoridades.
Após a filmagem ser publicada online, um número de pessoas dizem que esta é a prova de que as sereias existem, enquanto outros disseram que ser uma fraude ou filmagens de um filme.



sexta-feira, 6 de março de 2015

Buraco negro 12 bilhões de vezes maior que o Sol intriga cientistas


Astrônomos dizem ter descoberto um gigantesco buraco negro 12 bilhões de vezes maior que o Sol, mas seu tamanho desafia as teorias sobre como esses fenômenos cósmicos se expandem.
Segundo os cientistas, o novo buracro negro foi nomeado SDSS J0100+2802 se formou 900 milhões de anos após o "Big Bang", que teria dado origem ao universo.

Radiação energética

O extraordinário objeto se encontra no centro de um quasar, uma estrutura celeste que gera uma radiação energética um bilhão de vezes mais forte que o Sol.
O problema é que os astrônomos não conseguem explicar como um buraco negro desse tamanho se formou tão cedo na história cósmica, pouco depois do nascimento das estrelas e das galáxias.

A descoberta foi feita por uma equipe internacional de cientistas da Universidade de Pequim, da China, do Instituto Carnegie, dos Estados Unidos, e da Universidade Nacional da Austrália.


Enorme Objeto Esférico Sugando Energia do Sol
Em 11 de março de 2012, o Hubble Solar Dynamics Observatory captou um enorme objeto perto do sol. Este objeto está se aproximando do sol lentamente e, então, começa a ter filamentos de energia, como se estivesse alimentando-se do sol.
A esfera, que é verdadeira, era enorme, e muito maior do que Júpiter, o planeta gigante no sistema solar, o que multiplica por 317 a massa da Terra e sua circunferência por 11. Não há dúvida de que a face negra era algo realmente espetacular. Outras "teorias" começaram a inundar a rede, e ao lado da do "UFO gigante", um prelúdio inconfundível de uma invasão iminente da Terra, havia outras interpretações de uma forma mais "científica". Entre estas, estava a de que um buraco negro começava a devorar o sol , ou um grande planeta errante que havia passado roçando o SOL.
Este enorme objeto que, aparentemente, levou a energia do sol, apresentamos a explicação da NASA. Alex Young diz que é um fenômeno comum causado por erupções solares. As imagens da explicação e imagens do objeto não parecem corresponder ou ser muito semelhantes. Assim este evento continua a ser um mistério.

Veja o video abaixo:





A foto acima, que mostra o que parece ser um objeto próximo do Sol, foi registrada no dia 21 de Julho de 2014.  Nela, pode-se observar um ‘pequeno’ rastro de energia saindo do Sol, em direção do objeto, ou vice-versa.  A imagem foi obtida do satélite Lasco C3 e mostra o planeta Júpiter à esquerda do Sol, o qual, estaria muito longe para causar tal fenômeno, como pode ser visto na outra versão da foto abaixo.
Júpiter é visto à esquerda na foto.
Impressionado pelo fenômeno, o administrador do site ufosightingsdaily.com escreveu: “Eles estão colhendo a energia do Sol.  Os alienígenas podem ter uma alta tecnologia, mas as civilizações com essas tecnologias possuem uma demanda enorme de energia.  Esta é a forma com que eles conseguem essa energia.
Obviamente, a NASA terá outra explicação para a foto, a qual deverá envolver a questão de defeito no equipamento fotográfico, ou algo assim.
Coincidentemente, ou não, já que parece ter havido muita atividade ao redor do Sol entre os dias 20 e 21 de julho, abaixo está um vídeo mostrando outras anomalias que ocorreram neste período ao redor do astro rei:

Encontrada a verdadeira tumba do Conde Drácula. Será?
De acordo com alguns “historiadores” citados pelo The Daily Mail, você está olhando para a tumba de Vlad III, Príncipe da Valáquia conhecido como Vlad, o Empalador ou, mais comumente, como Drácula. Sim, aquele Drácula. A tumba fica em Santa Maria la Nova, em Nápoles, na Itália. E eles querem abri-la. Parece um excelente roteiro para um filme de terror, não? Será que eles encontrariam Drácula descansando dentro desse túmulo lindamente esculpido?

Os estudiosos da Estônia que a matéria do Daily Mail cita afirmam que “novas evidências” mostram que Drácula não morreu numa batalha entre outubro e dezembro de 1476, como se acreditava anteriormente. A maioria dos historiadores acredita que Drácula foi morto numa estrada entre Bucareste e Giurgiu, na Romênia, durante uma ofensiva que visava a reconquistar a Valáquia de Basarab Laiota. Vários historiadores romenos acreditam que Laiota teria decapitado Drácula e enterrado o corpo sem cerimônias, depois de enviar a cabeça para Constantinopla como um troféu.

Teorias posteriores especularam que o corpo do cruel Empalador, que serviu como inspiração para que Bram Stoker criasse seu livro sobre vampiros, foi enterrado perto de Bucareste, na ilha do mosteiro de Snagov. Mas grande parte dos estudiosos acha que o corpo está em Comana — um mosteiro construído pelo próprio Vlad III que foi demolido cerca de um século depois da morte do príncipe.

A teoria da conexão com a Itália

Mas agora esses pesquisadores citados pelo Mail alegam que as coisas não foram bem assim. Eles acreditam que Drácula foi feito prisioneiro. Sua filha Maria — que os pesquisadores dizem ter sido enviada para Nápoles antes que os conflitos começassem e que teria se casado com um nobre napolitano — pagou um resgate e Drácula teria vivido seus últimos dias na Itália (bebendo o sangue de virgens italianas, sem dúvida). Quando ele morreu, afirmam o spesquisadores, foi enterrado nessa igreja, que mais tarde também foi o local de descanso de sua filha e seu genro.

O pesquisador Raffaello Glinni, que se auto-denomina estudioso de História Medieval, acredita que os pesquisadores estonianos podem estar no caminho certo. Ele afirma que a tumba claramente mostra os símbolos da Casa de Drăculești e não os de um nobre italiano:

Quando você olha para esculturas em baixo-relevo, o simbolismo é óbvio. O Dragão significa Drácula e as duas esfinges opostas representam a cidade de Tebas, também conhecida como Tepes. Através desses símbolos, o que está representado ali é nada menos que o nome do conde Drácula Tepes.

Para quem não conhece a história romena ou as lendas de vampiros, Drácula significa “filho de Dracul”. O pai de Vlad III era Vlad II Dracul. Dracul significa dragão, um nome que o pai de Vlad tomou para si porque ele era um membro da Ordem do Dragão — “uma ordem de cavalaria que reunia um grupo seleto de nobres, fundada em 1408 por Sigisimundo, Rei da Hungria e mais tarde Sagrado Imperador Romano. Essa ordem foi criada depois das ordens militares das Cruzadas, e exigia que seus iniciados defendessem a cruz e lutassem contra os inimigos do Cristianismo, em particular os turcos-otomanos”.

Então esse é mesmo o túmulo de Drácula?

A ideia de descobrir o túmulo de Vlad III numa igreja em Nápoles é sensacional — parece o início de um filme que traria uma colaboração entre Indiana Jones e Van Helsing. Mas também é tão crível quanto os personagens de Spielberg e Stocker, como o BS Historian explica nesse post:

É certo que o dragão era o principal elemento no emblema da Ordem do Dragão, a qual o pai de Vlad III pertencia. Nós não sabemos como era a armadura pessoal de Vlad III, mas ele provavelmente usava o mesmo emblema. Mas o dragão da tumba está enrolado de si mesmo, com o rabo em torno do próprio pescoço. O emblema da Ordem do Dragão variava, mas nenhuma das representações de seus dragões assemelha-se a essa da escultura italiana. A conexão Tebas/Tepes parece ser inteiramente espúria; não consigo encontrar nada sobre ela. As esfinges são apenas convenções artísticas na arte europeia. Tebas é uma palavra grega, enquanto Tepes é uma expressão turca para “empalador”. Onde estás conexão? E por que alguém se preocuparia em “codificar” uma referência a um membro da família Dracul? Se eles quisessem que as pessoas soubessem que ele estava enterrado ali, as referências seriam claras. Se quisessem que ele fosse esquecido, não haveria um dragão em sua tumba. Seria bem complicado construir uma tumba monumental, com efígie, para alguém que você quer manter anônimo. Mas se a filha de Vlad estava entre amigos em Nápoles, com a conexão com a Ordem do Dragão, por que eles usariam um dragão genérico e não um símbolo apropriado? É mesmo um túmulo anônimo? Eu acho difícil acreditar que uma tumba esplêndida e monumental como aquela não tenha sido registrada como sendo a de um nobre italiano conhecido.

Ele também fala de Glinni, o “estudioso de história medieval”:

Anunciado como um “estudioso de História Medieval”, Glinni é na verdade um advogado. Seu nome me levou até este site, que tem poucas informações, mas vence lindamente no Bingo da História da Conspiração. Cavaleiros Templários? Estão lá. Maçonaria? Checado. Da Vinci? Certo. Teorias sobre vórtices mágicos não específicos? Aqui a coisa começa a piorar. Na verdade, ele procura por “história secreta” para endossar a arqueologia especulativa.

A coisa toda até faz algum sentido, mas infelizmente não é verdade. E eu até queria que fosse real.Abrir o túmulo de Drácula, gente, desse cara aqui:
Aposto que ele ia acabar renascendo e sair por aí empalando todos os envolvidos com Crepúsculo.


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