segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Maravilhas do Egito Antigo: O Passado Sempre Vivo
O Egito é considerado berço da humanidade, repleto de símbolos que são conhecidos não somente no país como em nível mundial. A dinastia Ptolomeu ainda é lembrada como a mais emblemática quando o assunto é história. Os alimentos são consumidos no mesmo formato desde antes do nascimento de Cristo. A dinastia O rio Nilo ainda possui importância fundamental no ritmo de vida da população. Conheça as maravilhas do Egito.
Turismo e História

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Esfinge do Egito

“Decifra-me ou te devoro”. O ditado surgiu no Egito em consequência da Esfinge, criatura usada de maneira mística com associações solares sacras. Representa o rosto do faraó misturado com o corpo de um leão que está estendido. Símbolo utilizado como demonstração do poder, de maneira principal nas próprias pirâmides do Egito.
Em termos gerais, pode ser vista como guardiã dos tesouros e estatuárias do Egito. Entre as mais conhecidas vale destacar a esfinge de Gizé, situada no planalto de Gizé, na parte Oeste do rio Nilo. Arqueólogos apontam que existem chances seguras da construção sinalizar a cabeça de algum faraó da quarta dinastia. Outra esfinge egípcia conhecida em níveis mundiais é a de Mênfis, que na atualidade está situada no museu de ar livre da cidade que carrega o mesmo nome.

Rio Nilo

Especialistas indicam o Nilo como maior rio do Planeta Terra, com tamanho estimado de quase sete mil quilômetros de extensão. Depois de nascer no Lago Vitória, corta apor diversos países até chegar ao Mar Mediterrâneo. O Egito é conhecido pela presença do rio em consequência da presença do delta, parte que traz quase um quinto de todo o nível de água existente ao longo do Nilo.
Pesca, transporte de pessoas, fonte de energia elétrica, enfim, existem diversas peculiaridades que somente com o Nilo podem ser feitas em nome do desenvolvimento do continente africano. Egito, Etiópia, Sudão, Burundi, Congo, Quênia, Ruanda, Tanzânia e Uganda.
Vale ressaltar que as lendas antigas indicam que a extensão do rio era conhecida somente até a região da capital do Sudão, Cartum. Os gregos, no século 04 A.C, viajavam até o local no intuito de fazer anotações de recurso natural singular. Não se pode ignorar o fato de que noventa por cento dos egípcios fixavam residência nas margens do rio Nilo.
Em suma, o Egito sempre foi dependente do Nilo, seja pelas vazantes ou secas. Na antiguidade as cheias levavam quantidades de sedimentos que eram fixados nas margens, fato que auxiliava no desenvolvimento da agricultura em consequência do húmus.

Pirâmides do Egito

Sem dúvidas, são os grandes ícones do Antigo Egito que ficaram registrados até a atualidade em níveis qualitativos que evidenciam o nível de conhecimento vindo deste povo milenar. São importantes não somente para a história dos egípcios como também da própria humanidade. Por causa de inúmeras guerras correram sérios riscos de serem destruídas. O vértice é formado com base no quadrado e nas partes triangulares.
Especialistas apontam que existem quase duzentas pirâmides dentro do Egito, construídas do Antigo ao Alto Império. Algumas delas jamais passaram por reformas ou projetos para serem conservadas, sendo que permanecem eretas e com mínimas modificações conforme o tempo.
Durante épocas antigas foram utilizadas para guardar tesouros. Serviu também de caráter mortuário para pessoas importantes e aos faróis que comandavam as cidades. Para que os vermes não consumissem o corpo, especialistas colocavam algumas químicas estudadas até a atualidade em consequência dos efeitos eficazes que permitem longa duração no corpo mumificado.
As Paisagens do Egito

As Paisagens do Egito
Não se pode ignorar o fato que as pirâmides eram encaradas como grandes templos nos quais os líderes eram escolhidos para assumirem postos de confiança dentro dos impérios. Diversos rituais que celebravam ao caminho da morte para a vida eram feito em culto aos deuses e movimentos dos astros nos universos que eram observados do alto das pirâmides.
Entre as mais conhecidas, vale destacar a Escalonada, localizada no Cairo. Monumento erigido no ano de 2.650. A.C. Não somente a beleza estética como também as sensações de paz e mistério tomam conta dos dez metros de altura compostos na construção. O fato da urbanização não ter chegado ao local representa notícia interessante para quem deseja o contato com épocas passadas com maior naturalidade.

Esculturas no Egito

Diversas esculturas egípcias que possuem mais de três mil anos estão com poucas danificações em suas estruturas originais. Esta antiga civilização desenvolveu inúmeras formas artísticas a base de barro, pedras e outros elementos artificiais que geravam extrema curiosidade em todas as nações vizinhas.
Eram especializados em compor bustos com hieróglifos descritivos sobre os personagens ou figuras mitológicas representadas no formato escultural. É interessante notar que também existiam joias e imobiliários avançados para a época vivida. Estas esculturas inspiraram inúmeras construções ao redor do mundo, inclusive ainda representa inspiração para muitas formas artísticas em épocas contemporâneas, desde roupas até arquitetura.
Porém, esta grande civilização participou de muitas guerras e parte das manifestações artísticas foi completamente destruída pelos inimigos. Um grande exemplo aconteceu em Alexandria, no II A.C. Na ocasião, o império romano destruiu o maior museu de arte e ciência que já existiu em toda história, segundo grande parte dos especialistas na temática.

Estrutura Política

A sociedade do Egito antigo causa inúmeras indagações intrigantes para estudiosos até os dias de hoje. O Reino Antigo, instituído em meados de 3.500 A.C, com o surgimento do Alto e baixo antigo, demonstrava uma sociedade totalmente organizada e avançada em diversos aspectos peculiares. Era justamente o seu sistema de organização propiciou grande expansão. Entretanto, vale ressaltar que assim como na atualidade, durante a antiguidade grande parte das riquezas ficavam para poucas pessoas.
O Faraó estava no topo da pirâmide. Regia todas as leis e gozava dos melhores privilégios reservados para elite. Enormes construções eram erguidas em singelas homenagens. Não existia voto direto, ou seja, existia apena transferência de trono para herdeiros uma vez que os mesmos eram considerados enviados do deus Rá – O Sol.
Abaixo estavam os sacerdotes. Faziam parte basicamente da administração de todos os acontecimentos existentes dentro e fora das diretrizes da corte. Na sequência dos níveis da hierarquia na sociedade estavam: Chefes militares, escribas e o povo.
Artigo escrito por Renato Duarte Plantier

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